ECHUS DO IBATÉ
INFORMATIVO DOS EX-ALUNOS DO SEMINÁRIO DO IBATÉ - São Roque-SP
EDIÇÃO INTERNET
A Copa do Mundo aí está arregimentando toda uma nação em torno do esporte, que nós brasileiros classificamos de nacional. Tudo se tinge de verde-amarelo e o “patriotismo” está à flor da pele.
Se todo este entusiasmo se canalizasse para os grandes problemas nacionais, certamente o país seria outro.
Nós, família ibateana, temos uma meta que é ganhar, invictos, o campeonato da fraternidade, alicerçados na amizade nascida da nossa convivência à vista do Saboó. Mas enquanto a vibração pelo mundial passa e só nos vai mobilizar daqui a quatro anos, o nosso ideal de união é permanente e quer consolidar-se numa convivência amiga, fraterna e de mútuo auxílio.
Aqui está mais um “Echus do Ibaté” para informar, aglutinar, trocar idéias, elo de nossa união.
Nosso e-mail aguarda sua visita e nós esperamos sua colaboração com crônicas, pensamentos, comentários. Manifeste-se: Comunique-se
Nosso decano está freqüentemente nas páginas de FAMÍLIA CRISTÃ, juntamente com Ávila, sua esposa, em assuntos relacionados com a família. Falando sobre a criação dos filhos, Ávila assim se expressa: Nessa missão, ela (a mulher) é insubstituível. A maternidade enobrece tanto a mulher e lhe dá um carisma tão especial que, se deixar a profissão, pelo menos temporariamente, isso não vai prejudica-la. Pelo contrário, se quiser, não faltarão oportunidades futuras para o retorno, e ela está mais amadurecida para isso. E, se puder se dedicar aos filhos enquanto são pequenos, será uma mulher muito mais satisfeita consigo mesma. Parabéns ao casal.
Wilson Mosca (1955/59)
Aconteceu em 21.04.1998, em Itu, na chácara do Antônio Martini, mais um encontro dos companheiros que freqüentaram o Seminário Maior do Ipiranga.
Mais de 60 colegas, juntamente com familiares, passaram horas agradáveis, relembrando o passado e curtindo o presente. Após a Santa Missa, celebrada por D. David Dias Pimentel, Bispo de Belo Horizonte, houve um belo almoço, animado pelas cantorias comandadas pelo José Isaías Dantas.
Dentre os presentes, além dos promotores do encontro, Antônio Martini e Francisco Fanchini (ambos ibataeanos), destacamos a presença do Cônego Antônio Macedo Silva, Pe. Afonso Botti, Pe. José Alberto Kruschewsky, Pe. Antônio Aparecido Pereira, Pe. Francisco de Assis Correa, Pe. Maurício Pierroni, Pe. Dirceu Mantovani, Pe. Jesus Pereira dos Anjos e vários colegas, que também passaram pelo Seminário do Ibaté: Tomaz de Aquino Toledo, José Osório Pires D’Elboux, José Isaías Dantas, Antônio Carlos marques (Zaqueu), José Jorge Peralta, Jão Jorge Peralta, Cláudio José Fondello, Ismael Cassiano (Estilingue), Antônio Pinto Ramalho Júnior, Wilson Cândido Cruz, Mário Gambassi Luz Angelini e o nosso amigo dos encontros mensais do Circolo, Antônio Orzari.
A Páscoa foi realizada dia 06 de junho na Capela das Irmãs Fillipinas, com Missa concelebrada pelos Pés. Noé Rodrigues, Antônio Aparecido Pereira, Wilson de Oliveira Sales, João Rípoli e Cândi da Costa. Presentes inúmeros colegas com seus familiares. O coral, sob aregência do Isaías e a belíssima homilia do nosso Pe. Cido.
Momento de fé e confraternização.
A equipe de eventos, liderada pelo Pedro Sansone, já estava planejando a Alcachofrada para setembro-outubro de 1998.
Em outubro d 1996, cerca de sessenta pessoas, entre colegas e familiares, estiveram na primeira comilança. Na segunda, em outubro de 1997, apreciaram o prato mais de noventa pessoas.
Para a terceira edição, o Sansone, que já teve restaurante e entende do assunto, está prometendo novidades ainda mais saborosas.
MARCO PÓLO TEIXEIRA DUTRA PHENEE SILVA (1963/64)
Sou um arrivista tardio, portanto não sei o que já foi escrito sobre as pessoas com quem compartilhei dois dos mais felizes anos de minha vida. Contudo, acredito que, se cada um escrever um pouquinho sobre os demais, teremos biografias quase completas daqueles anos.
Se estiver sendo repetitivo, perdoe-me.
Lembro-me do Seminário nas encostas de uma colina. À direita de quem olha para a gruda, ficava o “campinho”, onde fazíamos duas traves com blazers ou camisas e jogávamos uma espécie de futebol em que se podia usar apenas a cabeça. O “Pelé” do esporte era o Paulo Cimi (ou Simi ???)que, em geral ou desonestamente, usava o punho para “cabecear”.
Pouco além do “campinho”, começava a descida do morro. Dessa encosta, uma vez, o Flávio tentou queimar uma aranha e quase provocou um incêndio nas matas do Seminário. Estava muito seco.
Do “campinho”, ao cair da tarde, se podia ver a escuridão das serras em frente ao farol de trem que vinha para São Roque.
No pátio ficava a gruta. Talvez uma das imagens mais bonitas que guardo do Seminário era a ginástica pela manhã. A gruta iluminada e cercada pelo céu, avermelhando-se nas bodas, mas ainda azulado. E um azul tanto mais escuro quanto mais olhássemos para o zênite. No topo dos céus, as estrelas esmaecendo. Por vezes, a Lua, Vênus (a estrela Dalva) e Júpiter disputando um concurso de beleza no céu.
Do lado oposto, aos pés do dormitório dos menores, a quadra de vôlei e o mastro de espiribol. Também daquele lado, o galpão onde se podia praticar um jogo cujo nome me escapa e que se joga nos navios durante os cruzeiros. Dois quadrados são pintados no chão, como um jogo de “amarelinha”. Cada quadrado é dividido em “casas” numeradas. Junto a cada quadrado, uma dupla de adversários tinha de lançar discos de madeira para marcar ponto no quadrado oposto, usando um bastão bifurcado. Parece que foi o Pe. Viktor que trouxe esse jogo para o Seminário.
Na quadra de vôlei, era muito comum jogarmos em dupla, eu e o Heleno, contra o Macedo (um “gentleman” crioulo e canhoto) e o José Ferreira. A bola podia pingar uma vez, como um gigante pingue-pongue.
A frente do Seminário era muito pouco usada, exceto nos dias de visitas, quando os familiares buscavam locais mais sossegados para curtirem seus pimpolhos.
\em baixo, o teatro, onde o Pasquale apresentava o Repórter Osso, caçoando dos colegas e dos padres. Nesse Repórter Osso, uma vez passei por cientista português que havia descoberto um método revolucionário para produzir petróleo. O único problema, ainda a ser sanado, é que o processo levava bilhões de anos. Também aí o Conrado leu uma sua redação sobre a ressurreição de Amador Bueno em pleno século XX e as atrapalhadas daí decorrentes. Valeria a pena tentar resgatar essa obra.
Também em baixo ficava a sala de Química, ou o “bunker” do Mons. Kulay. Os pequenos não ousavam descer ali, pois local era guardado por uma assombradora caveira, usada nas aulas de ciências naturais.
Em baixo da colina onde se ergue o seminário ficavam a piscina e o campo de futebol. A piscina era volta e meia esvaziada para se limpar o limo que acumulava. Ao lado dela se perfurou o poço artesiano que de início nos fornecia água com gosto de gasolina. Quando cheia, o padre Ricardo ficava com uma varinha tocando a patota para a água. Só parou com isso quando ele próprio foi jogado na água. Os vestiários eram minúsculos.Um dia um dos colegas (cujo nome parecia com Puskas ou algo assim) avantajado de corpo, entrou para se trocar. Do lado de fora, alguém procurava derrubar um vespeiro que estava encima da porta para ver o coitado sair correndo sem roupa. O campo de futebol era usado como pasto durante a semana, Volta e meia vinham congregados mariano jogar contra os nossos craques. Nosso goleiro, o Arlindo, uma vez saltou para defender uma bola, mas ela bateu num monte de bosta de vaca e jogou o matéria na cara dele.. Nós, os grossos, ficávamos nos barrancos chupando umas limas verdes e amargas que por ali haviam.
Na estrada a casa do Luizão, ex-galã de um filme de “cowboy” que fizeram em São Roque alguns anos antes de eu entrar. Contam que numa cena, ele, mãos nos coldres, entrou na mata. Dali a instantes saía arrumando as calças. O “Leão da Metro” foi feito por uma conhecida e feia figura da cidade, cujo nome não me lembro.
Adiante ficava o seminário das irmãs, ao lado de um lago plácido. Numa de nossas visitas as irmãs prepararam suco de laranja e colocaram nos reservatórios que tinham em cima da pia. Era um gozo beber suco tirado da torneira.
Mas nem só de locais vive o homem. Vamos às pessoas.
Começando por mim mesmo, entrei no Seminário em 1963 e sempre fiquei escondido no fim das filas, com o José Ferreira, o Heleno e o saudoso Vigão. A única extravagância de que me lembro foi o de deixar o Seminário em agosto ou setembro de 1964 par operar a garganta em São Paulo.
Era prefeito dos menores o Fermino (que no ano seguinte assumiu a função de enfermeiro). Dos maiores, era o “Frade”, se não me engano.
Foram meus colegas o Esmeraldo, o português de óculos que se recusou a cantar para mim o hino de Portugal, certamente temendo a gozação. O José Pedro, que tinha por apelidos “Lingüiça” ou “Salsicha”.
O Mário Piva ... Numa aula de religião, o Pe. Jajá falava sobre a Virgem Maria. O Mário quis elogiar a própria mãe e saiu com essa: “a minha mãe também é virgem”. Mesmo diante das gargalhadas gerais (não sei o porquê disso. Acho que ninguém sabia direito o que era ser virgem) ele insistiu: “mas é, é mesmo...”
Havia o Gileno, cearense, de pele bronzeada e olhos verdes. O português Serafino, que também nunca se animou a cantar o hino pátrio.
De um dos alunos da turma dos médios, eu me lembro do rosto, mas não do nome. Tinha a pele claríssima e o rosto cheio de espinhas. Um dia estava mexendo nas lenhas do Pe. José Seskevicius (e não Seskevius, como li por aí), foi picado por uma cobra coral e ficou de “molho” por uns dias.
O Acácio foi apanhado pelas abelhas do Pe.José e ficou com a cara inchada um bom par de dias.
Se não me falha a memória, tinha o Deusdedit, mas a verdadeira dádiva de Deus era a sua irmã.
Temido era o Lobo. Quando fomos ao cinema em São Roque, assistir a um filme no qual um técnico de um time fraco de basquete colocou no solado de seus jogadores uma goma que os fazia pular que nem gafanhotos. Lógico que ganharam do time dos fortes. Pois bem, uma donzela perguntou a ele se nós éramos seminaristas. Baixou pavor no Lobo, que mal grunhiu uma resposta para a moça e se afastou em passos ligeiros.
Pasquale, o sineiro (quando o Paulo Cimi não escondia o badalo ... ), foi o intérprete de um colega que veio da Itália par estudar no Ibaté.
Flávio França Pinto, vizinho meu no Jardim Paulista, quando saiu do Seminário, em 1964, passou a se interessar por Alemanha e nazismo.
Abílio, que foi meu “anjo” (como esse termo seria mal interpretado hoje !) Do meu pupilo, eu me lembro o apelido, “Lazinho”.
Extremo em refinamento foi o José Écio. Muito delicado e sempre sorridente.
Bem conhecido Antônio José de Almeida. Uma vez (em princípios da década de 80, acho), entrei no elevador do Banco onde trabalho e no fundo estava uma cara que não me era estranha. Papo vai, pergunta também, acabei descobrindo de onde o conhecia: do Ibaté. Me lembro que ele era mais gordinho e bastante “invocado”. A idade amansa.
CLÓVIS BARONI (BAMBINO – 1954-58)
Gostaria de tecer comentários sobre o que li na pág. 5 do Informativo no. 13, dos Ex-Alunos de São Roque, atrave’s do qual dá-se como introdutores do rock no Seminário os garotões Isaías e o Cassiano (1959/66).
Acontece, porém, que se eles são os introdutores do rock, nós, Clóvis (Bambino) e Alberto (Gilmar) não abrimos mão de, em meados de 1955/56, termos sido, pelo menos, os precursoses do rock, com o famoso “I See More Town”, muito cantado nos grandes eventos (aniversários, despedidas, etc.) pelos remanescentes do Seminário, mesmo após nossa partida.
Claro está que não queremos tirar os méritos dos nossos colegas, Isaías e Cassiano, uma vez que, quando da composição do “I See More Town”, o mesmo era cantado à capela, ao passo que os rocks do Isaías e do Cassiano eram acompanhados por violões, o que tornava mais sofisticada sua apresentação.
Fica, portanto, consignada nossa colocação, a bem da verdade, sobre um FATO HISTÓRICO ocorrido em 1955/56.
NOVAS AQUISIÇÕES – SEJAM BENVINDOS !!!
É com muita alegria que acolhemos os novos colegas localizados:
· EPAMINONDAS MUNIZ SANTIAGO – 1960/61
· FRANCISCO DANIEL COZZO – 1961-62
· JAIR GONÇALVES DA ROCHA – 1971-73
· JOSÉ GONÇALVES DA ROCHA SOBRINHO – 1971-73
· DÍLSON BRANCO (JIBÓIA) – 1961-64
· CARLOS MATHIAS KOLB – 1959-60
· LADANIR MORAES DE MELO – 1963-64
· DIAMANTINO ALVES CORREIA PEREIRA – 1962-64
· SÉRGIO MOREIRA MARTINS – 1965-67
Lá você encontrará os três primeiros capítulos do livro “Palavra de Seminarista” que o Paulo Toschi escrevendo. Também encontrará fotos antigas, relação de e-mails de colegas, as matérias veiculadas no Echus do Ibaté, notícias sobre eventos, bem como poderá facilmente contatar-nos pelo e-mail ibate@base.com.br.
Alô, Fierro. Estamos sentindo sua falta nas 1as. Sextas-feiras. Você não pode faltar.
Já estão prontas as fitas de vídeo com as recordações do encontro de agosto/1997, bem como o álbum. Reservas com Wilson (11) 864.8852, Márcio (11) 425.4148 e Almeida (11) 876.2931.
Em 30 de maio de 1998, em São Paulo, faleceu nosso colega
· EDINALDO FRANCISCO DE FARIAS – 1967-71
Aos familiares, nossos pêsames.
ALFREDO ALBERBO FERNANDES FILHO (PIRULITO – 1950-51) – Andei meio (bastante) afastado da Internet... Será que algum companheiro ode me dar informações do José de Anchieta (não lembro o apelido), que estudou no Seminarinho em 1948 a 1949 ? Desde já agradeço. Quando for para São Paulo, farei o possível par ir aos encontros. Um grande abraço para todos. Alfredo A. Fernandes Filho – Barra Bonita-SP – Tudo vale a pena, se a alma não é pequena.
Echus Responde: já informamos ao Alfredo o endereço do José de Anchieta.
PAULO TOSCHI – 1949 – 53 - Foi com muita satisfação que encontrei o capítulo de Introdução e o Capítulo I do meu livro na home page da Turma do Ibaté. Quando à idéia de publicar os capítulos no Echus do Ibaté, acho-a interessante e poderíamos estudá-la. De qualquer forma, estou interessado em dar minha colaboração aos colegas que estão respondendo pelos gastos com o Echus. Peço me envie por e-mail os dados necessários para eu poder fazer, dentro de minhas possibilidades, o depósito correspondente à minha contribuição. Certo de mantermos contato telefônico ...
DÉCIO PEREIRA, D. – 1955-59 – Agradece votos amigos pela Páscoa do Senhor e deseja que o Cristo Ressuscitado nos traga vida nova para que possamos sempre mais ouvir com amor os clamores do povo.
EXPEDITO MARCONDES, MONS. – Agradece a mensagem de Natal e afirma: “... quero manifestar a gratidão pelo envio dos Boletins Informativos das atividades do grupo de antigos alunos; sinto saudades de todos e com emoção sempre me recordo dos nossos bons tempos de Seminário. Quantas recordações! Que alegria ver que ainda é vivo o sentimento de gratidão de todos que lá viveram, pondo em prática os ensinamentos recebidos. Acompanho a todos com minhas preces. A todos, “aquele” abraço.
THOMÁS GOMIDE, PE. - 1957-60 - Lá de New York, agradece os Boletins recebidos, põe-se à disposição para contribuir para os gastos com o Informativo e faz referência carinhosa ao nosso querido e saudoso Pe. Ruy, relembrando suas aulas de História, as poesias em francês que ele obrigava a decorar. E termina com carinho: “Sem ele, minha vida não teria sido o que ela é, cheia de emoção, cheia de música, cheia de arte. Infelizmente não tive a oportunidade de dizer-lhe tudo isso”.
WALDEMAR WALDIR DE FARIA – 1955-58 – Afirma: “Recebi o Echus do Ibaté. Fiquei com vergonha. Vergonha mesmo. Ele já está no ano seis, número vinte. Eu que – como todos os ibateanos – tive uma formação literária acima da boa. Fiz tantos teatros. Escrevi tanto nos “Ecos da Tribuna”. Ganhei até o concurso literário no Grêmio Pio XII, com minha “Arara Vermelha”. Poetei por aquelas cercanias .... Mas quero me redimir. Mando-lhe algo do meu “Habitante do Silêncio.”
reviver
caminheiro,
tive pés feridos e ombros calejados.
não acreditei nos abrolhos,
nem na cruz.
fizeram-me um getsêmani
tão silencioso,
que criei outra ceia,
outro pão e novo vinho.
judas, por certo, estava de folga ...
ANTÔNIO JURANDYR AMADI – Kiro – 1951-1957 – O José Justo recebeu uma correspondência sua:
Justus ut palma florebit!
“Si vales, bene est; ego valeo. Quam celeriter fugit tempus””
Tenho recebido regularmente o Echus do Ibaté, atualizando-me em relação a São Roque e colegas dos idos de 50. “Tibi gratulor, mihi gaudeo. Vale!
DÉCIO PEREIRA, D. Telegrama por ocasião da celebração da Missa da Páscoa”
“Agradeço convite impossibilitado devido compromissos pastorais envio congratulações e acompanharei o evento com minhas orações.
D. Décio Pereira – Bispo da Diocese de Santo André. Valeu!
Colaboradores: Wilson Mosca, Waldemar Waldir, Alfredo Barbieri, Antônio José de Almeida, Márcio Pereira da Silva, Marco Pólo. e Cllóvis Baroni.
Artigos e colaborações:
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Internet: http://www.geocities.com/Athens/Delphi/8915
Emails: ibate@base.com.br ibate@hotmail.com
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