INFORMATIVO

EX-ALUNOS DO SEMINÁRIO DE SÃO ROQUE

NO. 13   -    ANO   4  -  SÃO PAULO    -    NOVEMBRO-DEZEMBRO DE 1996

  EDIÇÃO INTERNET

 

EDITORIAL

 

Era noite de Natal. De repente, estava em São Roque, no Seminário. Tudo deserto e envolto em silêncio. Instintivamente dirigi-me à Capela, banhada pelo luar. Caminhei até o altar e de joelhos ante a Virgem meu coração se abriu em prece e em saudade. Estava absorto quando uma luz intensa iluminou o recinto, o altar revestiu-se de toalhas, flores e velas. Pela porta adentrou uma equipe de celebração e fui distinguindo, paramentados de ouro, Mons. Luiz Gonzaga de Almeida, Mons. Luiz Gonzaga da Silva, Mons. João Bueno, Pe. Kulay, Pe. Colaço, Pe. Pascoal Amato, Pe. Ruy Mello ...  um cem número de sacerdotes, bispos e seminaristas.

Assim que chegaram ao altar, voltei-me para a porta e vi entrando em fila dupla, todos de terno azum marinho, turmas de 49, 50, 51, --- 70, 71, 73 ...

A humilde capela ampliou-se e tornou-se imensa catedral. Vozes se ergueram: Venite adoremus ... Transeamus ... Gloria in excelsis Deo ...  No centro do altar descortinei a figura serena do nosso Cardeal Motta que disse: “neste dia em que o céu se abre para celebrar o mistério da vida, o mundo todo se reúne para cantar a festa da Paz.  A harmonia da natureza invade os corações em gestos de generosidade, trazendo consigo respostas de amor à transformação da vida, à construção da paz, à realização dos desejos, à partilha dos dons  -  é o renascer para uma nova vida.  Meus filhos, Feliz Natal !”

Envolto em clima de fé e emoção profundas, a Santa Missa prosseguiu até o Ite missa est.

Ao som do Noite Feliz, a confraternização foi geral. Agora já não eram só alunos, mas as famílias, os amigos, os filhos, as esposas, os netos, os do tempo e os da eternidade. E no altar a Mãe sorri complacente ...  Tudo voltou ao normal. Retirei-me da Capela e mergulhei no silêncio da noite santa de Natal.

Meu seminário, meus Superiores, meus colegas, minha família, o nosso Natal é Cristo que renasce todos os dias em nossa vida. É eterno, não tem fim.

Natal !  A eterna verdade:  Deus se faz dom aos homens para que o amor supere nossas limitações.

Queridos colegas e familiares, SANTO NATAL.  Amém.

ALFREDO BARBIERI (1949-53)

 

 

IGREJA CATÓLICA SUPERA CRISE DE VOCAÇÃO

 

ANUÁRIO MOSTRA QUE HOUVE AUMENTO DE SEMINARISTAS NEGROS E ASIÁTICOS NOS ÚLTIMOS 20 ANOS.

Cidade do Vaticano  -  Os dados do Anuário Estatístico da Igreja Católica de 1994, edição lançada sábado, mostram que a Igreja cresce em todo o mundo, deixando a crise de vocações dos anos 70 no passado. O destaque fica para a mudança étnica dos seminaristas. Cresce o número de religiosos negros e asiáticos, enquanto o número de seminaristas brancos diminui.

Na América do Sul, o número de seminaristas triplicou. São cerca de 17 mil religiosos, representando 15% do total mundial. A África viu crescer em 400% o número de seus seminaristas  nos últimos 25 anos, passando de 3.470 em 1970 para 17.125 em 1994, diferentemente do que acontece hoje na Europa, América do Norte e Oceania.

Em 1970,  45,65% dos membros da igreja eram europeus, 18,78% norte-americanos, 5,33% correspondiam aos africanos e 14,55, aos asiáticos.

Segundo os dados do anuário que traz  o número e a distribuição geográfica dos seminaristas, em 1994, os europeus passaram a representar 28,85% dos participantes da igreja, os norte-americanos ficaram em 5,8%, crescendo o número de africanos e asiáticos, 16,4% e 23,18%, respectivamente.

O dado considerado principal para a Igreja é o crescimento das vocações, que passou de 72.991 seminaristas em 1970 para 105.075 em 1994.

FONTE: O ESTADO DE S.PAULO – 22.07.1996 PÁG. A-13.

 

 

RECORDANDO

 

SALVO PELO “CONGÉ”

ANTÔNIO JOSÉ DE ALMEIDA (1963-1966)

Meu diário,

Só hoje, quando fui para o estudo antes da primeira aula, eu lembrei-me que estava marcado prova de latim para a última aula da manhã. Fiquei angustiado, porque, embora ontem tivesse sido dia livre, feriado, como acontece todas as quintas-feiras, eu não estudei, simplesmente esqueci-me da prova.

O sino tocou e começou a primeira alua da manhã: “...meus filhinhas, hoje os vamos aprrender produtos notáveis. O quadrado da soma ...” :  aula de matemática com o Pe. José Seskevicius.

A aula prosseguia e minha cabeça rodava. Não conseguia me concentrar. Apavorado, pensava na prova de latim. As coisas passaram a se misturar. “... in rege ablativo; Regina in villa habitat, mas o quadrado do primeiro mais o ablativo do segundo rege o acusativo quando há movimento, portanto, (a + b)2 = in scholam remeo ...” Estou perdido!

Envolto nesses pensamentos, suava frio quando de repente, pelas badaladas do sino encerrando a primeira aula. O tempo fluíra tão rápido que me parecia ter a aula durado apenas uns quinze minutos.

Realmente, a aula fora interrompida antes do tempo. A porta da sala foi aberta e um colega veio avisar da visita do Cardeal Motta ao Seminário. Todos deveriam se dirigir para o pátio a fim de recebê-lo.

Passados alguns minutos, todos já estavam reunidos próximo da escada que vai ao refeitório dos padres. No primeiro degrau estava D. Carlos Carmelo de Vasconcelos Motta, ladeado pelo Monsenhor Reitor, enquanto formava-se uma fila de padres, seguida de alunos, que iam beijar o anel do Cardeal.

De repente começou-se a ouvir dos alunos mais velhos: “CONGÉ, CONGÉ, CONGÉ...

O coro começou timidamente, mas logo foi engrossado com outras vozes, crescendo ritmado: “CONGÉ, CONGÉ, CONGÉ ...”

O Reitor, disfarçadamente, fazia sinal com o dedo para que parassem com o pedido, enquanto no rosto do Cardeal vislumbrava-se um sorriso.

A despeito do sinal insistente do Monsenhor Reitor, o coro continuou cada vez mais forte e mais alto.

O Cardeal voltou-se então para o Reitor e segredou-lhe alguma coisa em seu ouvido. Imediatamente um sorriso também tomou conta do rosto do Monsenhor, que disse:

-          D. Carlos concedeu.

Seguiu-se uma salva de palmas e gritos de alegria. Nesse instante percebi que estava salvo da prova de latim. O cardeal concedera o Feriado. Deo gratias !

Como diz o Pe. Ruy: “Enfants terribels ... mèches enfants ... três bien!”

 

 

DISCURSANDO

LUIZ ROBERTO DA SILVA OLIVEIRA (1964/1966)

 

Discurso proferido pelo então seminarista Luiz Roberto da Silva Oliveira, em 17.09.1966, quando do aniversário do Monsenhor Kulay:

Manuseando o compêndio de matemática, deparei com o título: “Equação”.

Que é uma equação?  Equação é uma igualdade entre dois membros, igualdade que se verificou quando atribuímos um determinado valor a uma incógnita.

Muito bem, comecei então a formar equações.  Ei-las:

Mestre                  =          educador, formador;

Professor             =          competência, método;

Amigo                   =          estima, compreensão, interesse;

Pai                         =          autoridade, carinho, amor;

Sacerdote            =          outro Cristo, Alter Christus

Procurei, em seguida, resolve-las. Não foi difícil. O valor do X em todas foi o mesmo. Sabem qual é?  = Monsenhor Kulay.

Sim, Monsenhor, o senhor é para nós tudo isto:

Mestre dedicado e Professor competente.

Amigo leal e Pai extremoso.

Padre exemplar e Sacerdote autêntico.

O senhor se multiplica em dedicação e se divide em interesse por cada um de nós. O senhor sabe somar nossas pequenas qualidades e sabe diminuir sempre nossas falhas. O senhor descobre a raiz de nossa ignorância e eleva a potência de nossa cultura e formação.

Eis porque, Monsenhor João, na data de hoje, na comemoração de seu aniversário, nós, seus alunos e discípulos, amigos e filhos seminaristas, nos alegramos apresentando nossos votos de felicidade e de muitos anos de vida.

Que a bênção de Deus e a proteção da Virgem sejam o penhor seguro de nossa gratidão e estima.

Monsenhor João, ad multos annos!!!

 

 

RECORDANDO

 

ECOS DA TRIBUNA – No. 08 – março de 1957
CRÔNICA

Com a graça de Nossa Senhora e as bênçãos de Deus, reiniciamos as lides literárias do nosso “Ecos da Tribuna”  e é por isso que aqui estamos com nossa crônica!

Janeiro: Dia 28  -  Às 16:30 hrs. Mais ou menos, os dois ônibus que nos traziam adentravam o saudoso recreio, sob o repique festivo do sino e a música alegre dos alto-falantes.

Muita novidade: o Heládio, por exemplo, subiu da “sacristia” para a “prefeitura”, e assim por diante.

Neste ano, o nosso Seminário, mais do que nunca, recebeu um número enorme de “estrangeiros”:  Ribeiropretamos,  Petropolitanos, Matogrossenses, Goianos, etc, etc.

Mas o que assusta é a colônia Mineira, sempre crescente:  “acho que todos os Mineiros resolveram mudar-se aqui para o Brasil.

Dia 29 – Monsenhor Geraldo Mello, irmão de nosso querido Diretor, celebrou a missa para a comunidade. Como Mons. Geraldo é diretor espiritual do Seminário de Petrópolis, os “chuchus” ficaram muito contentes.

Dia 30 – O “garoto” Gilmar colhe hoje mais uma “pimenta” na laranjeira da vida; com todo aquele tamanho, “completou” dezesseis aninhos.

À noite, desaforadamente, ele fugiu às costumeiras homenagens.  “Isso não se faz, Arnesto”.  Em todos os casos, nossos parabéns.

Dia 31 – À noite reuniram-se os congregados no salão de estudos para a eleição da diretoria. Só poderiam votar os que haviam feito o trabalho para as férias. Não vem com conversa que deixou na mala e a mala não chegou, senhor Waldemar. Pe. Pascoal ficou firme e “não foi na onda”.

O Justo tinha certeza que ia vencer o pleito, com certeza toda “ademarística”: secretário “ad hoc”, sabe como é, “né”?

Mas como ele não trouxe o “pão doce” para distribuir na reunião, ele não ganhou. Gostei!

Fevereiro – Dia 01 – Primeira sexta-feira do mês. Todo este dia nós o consagramos à reparação ao Sagrado Coração de Jesus, e também comungamos nessa intenção. Durante a Santa Missa, o Reghin ficou berrando o tempo todo, em vez de cantar.  Tenha dó Destefani, você é capaz de assustar as crianças lá na frente.

Os sócios efetivos do Grêmio por sua vez, reuniram-se para eleger a sua diretoria. Apesar dos veementes apelos do Sr. Pe. Diretor para que elegessem um bom tesoureiro, foram eleger o Heládio, que é também da Congregação. Desse jeito, ele vai  arrumar as batinas para o fim do ano, com muita facilidade.

CRONISTA: NORBERTO GRASSO

NR: o nome do cronista é um pseudônimo

 

 

GRÊMIO ESPORTIVO SÃO LUIZ

Ano de 1963

 

29 de agosto – quinta-feira -  Manhã radiosa!  Acordar as 6 horas com aquele amável badalar de sinos, tão bem badalados pelas mãos de um badalador, Não é, Romeiro?

O volley começou desde cedo. São poucas porém, em São Luiz, as horas de entusiasmo e logo o volley virou ping-pong.

O futebol contou com a participação dos fortes e saiu bem animado.

O resto da tarde foi o comum dos feriados com aulas (sic), terço, leitura, jantar, brincadeira, estudo, oração da noite e cama.

30 de agosto – sexta-feira – Missa  cantada pelo Pe. Fernando e colegial. O Pe. Laerte, como sempre, espantou moscas em frente à “Schola”.

Torcia-se para um feriado, mas não foi possível. Tivemos cinco aulas. E que aulas! Mesmo assim, a turma jogou bastante e no recreio da noite houve brincadeira.

Fomos dormir cansados e contentes só em pensar que depois de amanhã será domingo.

Tirando as palestras noturnas do José Roberto, dormimos todos como anjinhos.

31 de agosto – sábado – “Não há sábado sem sol”...  Portanto a manhã foi ensolarada e bem começada. Quatro aulas. Na terceira aula, o Pe. Laerte conseguiu fazer a terceira série cantar um pouquinho. Já era hora!

O volley depois do almoço foi bem jogado. Na aula de liturgia, o Mons. Reitor, o famos: pam, pam, paranram, pam, pam foi batido desde a carteira até o nariz de muitos. O Reitor ficou furioso.

Houve no recreio futebolzinho e volley livre. À noite a famosa aula de liturgia, dada pelo Serginho Conrado.

Fomos dormir embalados pelo suave e poético luar do Ibaté.

CRONISTA: CELSO PAULO TORRES

 

 

COMO ESQUECER

 

Dentre os fatos pitorescos que podemos citar sobre o tempo no Ibaté, cabe lembrar das vezes em que D. Constantino ficava bravo.

Era característico, principalmente no inverno, pois quando o víamos com a blusa marrom sobre a batina, era bom sair de perto, ou até passar por outro corredor, porque ele estava nervoso.

Um forte abraço no nosso querido reitor.

CLÁUDIO ROMANO PIAZZON (1966-1969)

 

 

NOSSO QUERIDO REITOR

 

Sem dúvida: nós descíamos escorregando pelo corrimão da escada da capela. Certa vez, D. Constantino surpreendeu-me no ato e, como castigo, deveria escrever 200 vezes: “Não devo escorregar pelo corrimão da escada”.  Ah!  Ele ficou muito bravo!  Fui  fazer meu castigo, sem direito a recreio e outras coisas, até acabar.  Após ter escrito umas 100 vezes, resolvi verificar se ele estava menos bravo e aceitaria.  Que bom!  Ele já estava de bom humor e aceitou.

CLÁUDIO ROMANO PIAZZON (1966-1969)

 

 

CONTINUANDO COM APELIDO

J.JUSTO (1951/57)

 

No Informativo no. 10, de janeiro/fevereiro deste ano, saiu uma crônica do Mauro Macedo a respeito do apelido que lhe deram numa malhação de Judas, durante um sábado de aleluia.

A leitura da crônica me fez lembrar de inúmeros apelidos de contemporâneos e de outros que vieram depois que deixei o Ibaté: Caridade, Pipinudo, Gilmar, Beta, Manga, Paçoca, Bicho-Bicho, Soquinho, Bechano, Cebolão, Tibúrcio, etc.  Daria para montar uns trinta times de futebol, ou muito mais.

Um apelido me chamou a atenção:  “Estilingue”  dado ao Ismael Cassiano, que esteve no Seminário no período de 1959-1961.

Não foi meu contemporâneo e o conheci num churrasco no sítio do Darcy Carnelutti, em Itu, numa das primeiras reuniões da coordenação de Encontros.

O Cassiano, ou melhor, o Estilingue, estava sempre junto com o José Isaías Dantas (1959-1966).  O Isaías tocando violão e cantando e o Cassiano, acompanhando. Segundo o papo deles, foram os introdutores do rock no Seminário (será verdade, Clóvis Baroni??)

De tanto falarem do “Estilingue”,  fiquei curioso, cheguei devagarzinho, tomando uma caipirinha e fui perguntando: Por que Estilingue?

A estória veio. Foi no primeiro ano de Ibaté. Aula de Português, logo cedo.  O Pe. Professor, não lembra quem era.  O sol comia solto lá fora. Ruídos só dos passarinhos e da siriena (quem foi que tgrouxe a siriena para São Roque?).  O Cassiano sonhava.  Lembrava de São Paulo, dos amigos de rua, das namoradinhas que ficavam para trás e pensava:  que estou fazendo aqui?

A aula continuava. Análise sintática. A turma prestando atenção e o Cassiano sonhando.

-          Vamos analisar a frase: “Pedro quebrou o estilingue” disse o padre.

Chamou o primeiro” “Nicolini, o que [e Pedro?”  Resposta na ponta da língua:  é o sujeito.  E o Cassiano sonhando.

Chamou o segundo: “Canale, o que é quebrou?” – É verbo, adjunto verbal.

-          Sr. Cassiano, o que é estilingue?

Nesta hora, o Cassiano acordou. A classe toda, mais o Padre, olhando para ele. A frase piscando sem parar: “o que é estilingue?”

Pigarreou, levantou-se da cadeira e falou com toda solenidade: “Estilingue é uma forquilha, com duas tiras de câmara de pneu e um pedaço pequeno de couro, que serve para atirar pedra”.

A partir daí e até hoje, só é conhecido por Estilingue.

 

 

ØØØØØ

 

 

Vocês se lembram do professor de Inglês, o Leônidas, vulgo Formigão?  Pois é, prá exercitar o aprendizado de um vocábulo, pronome relativo, adjetivo e nem sei mais o quê, ele inventava cada frase prá gente traduzir! Aí vão algumas daquelas obras primas:

1.      Aquele marinheiro não encontrou a amiga dele ontem quando guiava o seu carro (dele) ao lado da casa do enfermeiro que nos fez uma mesa nova.

That sailor didn’t meet the his friend yesterday when he drove his car beside the house of the nurse that made us a new table.

2.      Não sei o que você sabe a respeito de quem sabe que você não sabe o que eu sei

I don’t know what you know about who knows that you don’t know what I know.

3.      A cobra cuja cauda é curta esta rastejando ao lado daquela árvore cujos galhos estão sendo sobrados pelo vento que eu não suporto.

That snake whose tail is short is creeping beside that tree whose boughs are being blown by the Wind do not bear.

4.      Aquele aluno não ousará dizer isso ao padre Cristóvão, o qual o privaria de assistir televisão naqual haveria o programa do Chacrinha?

Will that pupil not dare to say that to priest Cristóvão wsould deprive him of watching television on which there would be the programme of Chacrinha?

Márcio, o Paçoca (rememora)

 

 

CONFISSÕES DE UM ENFERMEIRO

GILBERTO CIANFLONE LUCARTS

Aparecida (1954-1956)

São Roque (1957-1960)

Vai um Fontol ???

Como é bom recordar os velhos tempos ... Velhos tempos, que nada ... os nossos tempos.  Oh! Tempora, oh!  Mores ... que maravilha.

Eu, o Beta, sempre fui enfermeiro durante a minha estada no Seminário. Lá pelos idos de 1954 a 1956, em Aparecida,  de 1957 a 1960, Em São Roque, e depois, de 1961 a 1963, em Aparecida, novamente, já cursando a Filosofia.

A sina de ser enfermeiro nunca me abandonou. Graças a Deus, nunca fiz nenhuma besteira, a não ser ... (bem, o Cardeal Morra que o diga ... que é outra história que vou contar).

Mas, vocês pensam que não aprontei?  Uma confissão se faz necessária neste momento.  Muitas vezes, não era remédio que eu dava, e sim, água, pura água, da torneira mesmo ... Para aqueles que eu percebia ser pura manha as dores, diversas dores, cinco gotinhas d ‘água, em meio copo de água, resolviam o problema de uma só vez.  E só podeiam ser cinco gotinhas ... Se do conta-gotas caíssem seis gotas, despejava-se tudo na pia. A minha receita falava só em cinco gotinhas (de água), quá, quá, quá !!! E o mais gozado é que curava mesmo. Dou risadas até hoje ... Uá, uá, uá !!!

 

 

 

EXAME DE ITALIANO

 

“Ave ó Maria Regina Del cielo, Vergine Immaculata. Vostra anima è come uma aiola piena de gigli. È el giardino Benedetto di Dio dove il divino giardiniere Gesù miete Fiori di virtù, rose di carità e bontà, gigli di purezza, violete di humiltà. I vostri occhi sono laghi tranquili, specchio di cristalo; vostra você è dolce e soave come il miele. Saremmo, ò cara madre i pìu fèlice degli iomini si la nostra anìma avesse tutte i fioiri della vostra. Dacci madona il vostro cuore e noi saremmo sempre figli vostri pietosi e buoni”

(Prof. Pe. Pascoal Amato – 07.12.1949 – Col. Barbieri.

 

 

MY TEACHER:

Dia sombrio, céu nublado, com nuvens pardacentas, o ar parado e húmido parecia indicar alguma coisa. Sentia que algo de menos agradável nos seria comunicado. E foi assim. Era, bem me lembro, uma quarta-feira, véspera de Corpus Christi, quando nos foi comunicado que o Revdmo. Pe. Ministro Constantino, deixaria de dar Inglês para nós. Sentíamos esquisita sensação e foi, sem dúvida, um dia de mellancolia. Sentíamos a falta de um e cogitávamos quem seria o outro.  “I have lost a good teacher of english”.

Barbieri – julho de 1950.

 

 

AGRADECIMENTOS A UM AMIGO !!!

Gilberto Cianflone Lucarts (1957-1960) – Filosofia (1961-63)

 

Como é bom a gente poder falar: AMIGO !

Meu querido amigo Ditão !! Nosso querido amigo Benê !!!

Agradecemos, e muito, e sempre, o fato de termos  compartilhado da glória de sermos filhos do Ibaté, filhos do Imaculado coração de Maria !!!  De termos sido irmãos em Cristo !!! De sermos IRMÃOS EM CRISTO !!!

Meu, nosso querido Benedito Jorge Filho, não foi em vão que você nasceu, que você cresceu ( e como!!! ), e que você nos agüentou como amigos no Seminário. Não foi em vão Cristo nos marcou com o estigma do amor, da amizade. E por causa deste amor, é que nós agradecemos a sua existência. A sua família, a sua esposa, a D. Cida, as suas filhas, todos nós agradecemos ao Cristo e a sua Mãe, Maria, de quem você era um implacável filho, o beneplácito de tê-lo como nosso amigo.

Caro amigo Benê, caro amigo Ditão, você não foi, você é, você está, está na aglória do Pai, do filho e do Espírito Santo, e ao lado do Imaculado Coração de nossa Mãe ...

Que santa inveja nós temos de você, Benedito Jorge Filho ....

 

 

 

NOTICIANDO

 

·         Em 14 de Setembro, mais uma vez fomos acolhidos pela Terezinha e o Almeida, em São Roque, na chácara aconchegante do casal, para uma sensacional alcachofrada.

Lá estiveram os colegas: Attílio, João Barison, Cosso, Gilberto, Luizinho, Márcio, Acácio, Tomás Toledo, Barbieri, Antônio Orzari, Feliciano, Geraldo Abreu, Aírton Gobbi, Santiago, Luiz Roberto e seu Vicente. Acompanhados de suas esposas, filhos e parentes, o grupo viveu horas de um convívio alegre e descontraído num dia de muito sol. Valeu.

·         Dia 04 de Outubro, 1a. sexta-feira, no Circolo Italiano, lá estávamos nós mais uma vez, marcando nosso ponto. Lá estiveram o Attílio, Corazza, o Luizinho e seu filho, o Barbieri e a Ana, o Márcio, o Cosso. Após o aperitivo e troca de idéias sobre o próximo encontro e o comentário sobre o nosso Informativo, dirigimo-nos ao Almanara para saborearmos uma comida árabe, para variar. O tempo passa, o tempo voa e nós estávamos numa boa. (embora não fôssemos poupança Bamerindus).

·         Ana Maria Quadros Brant de Carvalho, esposa do nosso colega José Luiz Brant Carvalho, que passou pelo Ibaté no período de 1950-1956, foi eleita Vereadora da Câmara Municipal de São Paulo pelo PSDB. Educadora e defensora da classe. Votos de felicidades e frutos nos trabalhos árduos pela melhoria da qualidade de vida ...

·         O Rafael foi para o céu ...   A luta foi árdua.  Nas orações constantes, nossa esperança de que o jovem Rafael superasse a doença!  Infelizmente, Deus o chamou para seu lado, ainda nas primeiras horas ... O Justo e o Fierro estiveram presentes ao enterro do bom Rafael, procurando reconfortar (como é difícil!)  o amigo Asdrúbal e esposa.

No dia 08.10.1996, os companheiros Luiz Alberto, Gilberto, Attílio, Fierro e Justo participaram da Santa Missa de 7o. Dia, na Igreja de Sant’Anna, na Voluntários da Pátria. Força, Asdrúbal e Família.

·         Cinqüenta anos depois ...         Entre os três sacerdotes da Arquidiocese de São Paulo, que se encontraram em Roma, atendendo a um convite do Papa João Paulo II, nosso sempre lembrado, para nós, carinhosamente, Pe. José Mayer Paine, professor de Latim, em 1949, nos primórdios do Seminário do Ibaté.  O papa chamou todos os padres ordenados em 1946 para as comemorações dos 50 anos de sua ordenação sacerdotal.  Parabéns!  Homenagem merecida à qual nos associamos.

·         Uma surpresa e uma grande alegria!     Finalmente, o companheiro Paulo Francisco da Costa Aguiar Toschi (1949-1953) compareceu ao nosso encontro no Circolo Italiano, na primeira sexta-feira de novembro. O reencontro foi comovente, principalmente para seus velhos companheiros de 1949 ... Além do Toschi, marcaram ponto:  Gilberto, Corazza, Fierro, Luiz Alberto, Almeida, Márcio, Joaquim e a esposa Angélica, Tomaz Toledo, esposa e filho ... Os aperitivos degustados no Circolo, mais o lauto jantar no tradicioinal BOI NA BRASA  da luxuriante e feérica rua das pantagruélicas damas da noite, a Major Sertório ... Após o jantar, quando das despedidas, junto ao costumeiro estacionamento do Bradesco, o encontro com o Joaquim Benedito de Oliveira, o nosso querido Quinzinho (1950-1956), o marcante cronista do nosso Informativo n. 06 (1993 – dezembro), ...   que àquelas horas da noite, (dizia ele), voltava de suas aulas da velha PUC ... Valeu, Quinzinho!

 

 

DESAFIO AOS LATINISTAS

Decifre:  ORA TOTE MEOS DENTES DEUM AGATA   (Virgilius)

 

 

NOSSA CORRESPONDÊNCIA

 

Do colega Décio Cavalheiro (1964-1965) .... seguem considerações soltas sobre o Boletim no. 12.

·         “Attilio Brunacci (49-55) lembra o “Deo Gratias”.  Em 64 e 65 era assim, o estopim detonador da alegria. É verdade que era usado às vezes par encerras situações chatas, mas aquele responsório, ao mesmo tempo, inaugurava o lúdico. Em todas as coisas, graças a Deus!

·         Então, partiu o nosso amigo VIGÃO (63.66). E como era penoso para ele acordar àquelas horas da madrugada! Ficava horas escovando os dentes no lavatório do dormitório de S. José, sem conseguir acordar de vez, enquanto nós outros agitávamos como uma colméia.

·         Graças a Deus que não peguei essa experiência louca de acordar às 5 horas no inverno para educação física e banho gelado, coisa que entidades de defesa de crianças e adolescentes hesitariam em aprovar. Abraços.

·          

Recebi do colega Paulo Francisco da Costa Aguiar Toschi uma carta, e não poderia privar os companheiros deste depoimento que mostra bem a amizade alicerçada num passado que nos marcou. Ei-la:

Recebi, dia 6, o boletim INFORMATIVO, referente aos meses de setembro e outubro de 1996.

O incansável Justo tem gentilmente, há vários meses, enviado essa publicação, evocativa dos nossos bons tempos de Seminário, sem ter conseguido, até agora, arrebanhar-me para o convívio, por certo agradabilíssimo, de todos vocês, velhos companheiros.

Não me animei, ainda, a participar das caravanas à nossa velha casa, onde, juntos, vivemos, talvez, os anos mais importantes de nossas vidas. Como o prezado amigo, entrei no Seminário em 1949 e saí em 1953 (creio que você deva ter saído por conclusão do curso, enquanto eu fui seguir novos caminhos na vida).

Mas essa edição de setembro/outubro foi irresistível, pois nela encontrei menção a saudosos companheiros como o Attílio Brunacci e o Lui, meus colegas de turma, o Furlanetto, o  Corazza e o Asdrúbal, meus contemporâneos. Parem com este “jogo bruto”,  pois, com tantas evocações, vou acabar aparecendo, talvez para desaponto de todos vocês.

Provavelmente, começarei rondando o Circolo Italiano, numa primeira sexta-feira próxima. Não preciso ir disfarçado, porque sei que nenhum de vocês vai me reconhecer de pronto: gordo, velho, careca ... porém com um brilho jovem nos olhos, de quem quer reencontrar velhos amigos.

Nas férias de S. Roque, talvez vocês não me encontrem, pois ando afastado de práticas litúrgicas e, pelo que tenho lido nesses informativos, cada vez mais essas caravanas parecem estar se transformando em romarias. Mas, no Circolo Italiano eu estarei no meu ambiente e poderei competir de igual para igual com essa turma brava.

Talvez vocês nem se lembrem muito de mim, pois os únicos que me procuraram, há uns cinco anos, foram o Ary Joly, por telefone, e o Walmir, que estava interessado em umas informações bancárias.  Nesses 40 anos, quase não vi nenhum outro dos bons amigos do Imaculado coração de Maria.  Digo quase, porque na realidade, estive na sagração episcopal de Dom Oswaldo Giuntini, meu grande companheiro daqueles tempos, em Jundiaí. E o Roque Komatsu tem me mandado muitos recados, por advogados amigos comuns. Fora disto, tive alguns contatos com alguns ex-coletas que, como sacerdotes, passaram pela Paróquia onde, até hoje, ainda moro. Dom Constantino, aquele terrível Padre Ministro que, no fundo, todos amam, mostrou-se um grande amigo, abraçando-me e consolando-me no dia em que meu pai faleceu, já faz 10 anos. Portanto ... não faz 40 anos que não encontro ninguém.

Eu gosto de escrever e, ultimamente, comecei um livrinho que vai se chamar “Palavra de Seminarista”.  Não sei se todos vão aprecia-lo, mas muitos de vocês eu tenho certeza que sim. Evocará aspectos que ainda não vi abordados nesse simpático INFORMATIVO.  Tudo em alto nível e com muito respeito

Aguardem-me que, se não for cantar “Torna a São Roque”,  com certeza acabarei cantando “Torna a Surriento” lá no Circolo.

Um grande abraço do 55.

E.T. Para quem estiver interessado, meu endereço na Internet é ptoschi@sti.com.br  

 

O Alfredo Barbieri foi operado. O Attílio Brunacci, cronista hilariante, enviou a seguinte epístola:

 

Carta ao Barbieri convalescente.

Caro amigo,

Por questão de delicadeza, a gente não deve perguntar aos convalescentes pós-operatórios qual o problema que causou a cirurgia.

Fiquei sabendo, entretanto, tratar-se de um problema escuso. Soube-o através de um colega esculachado que disse ter visto você encucado por causa do dito cujo. Disse-me também que os sintomas surgiram após passar por Cubatão, quando voltava da praia. Na iminência de se  ver encurralado, você foi ao esculápio, que falou para “entrar no cutelo”.  Você não se sentiu acuado, porque o esculápio era bom escultor.

Soube também que sua esposa Ana, Apesar de ocupada, pensou na tristeza do Cuca, o caçula e grande tocador de cuíca. Ao que você respondeu: - “Deixa o Cuca aí. Afinal, não tem nada a ver ( impublicável ) com as calças”.

Enfim, Barbieri, espero que esteja recuperado e que o tiro não saia pela culatra. Cuidado sempre. Por último, feliz Annus Novus

Um abraço do Attílio, o esculhambado.

 

Recebemos do colega, Pe. Thomas Gomide, que está em Mineola, New York, expressiva carta. Destacamos”

Temos recebido os jornaizinhos e isso tem feito muito bem a minha alma. Sou da turma do Beta e já estou há 21  anos aqui nos Estados Unidos. Fiquei muito feliz de encontrar um grupo de ex-alunos na minha celebração de 25 anos de sacerdócio. Infelizmente foi pouco o tempo que estivemos juntos, e não me foi possível conversar pessoalmente com todos eles. A vida aqui nos Estados Unidos é muito difícil para nós, padres brasileiros. Não temos raízes aqui, o que nos faz a vida um pouco solitária. O jornalzinho que recebo de vocês é para mim uma âncora que me faz sentir agarrado num terreno sólido, apesar de distante ... Talvez com os anos passando, a gente se sente mais apegado ao passado que definiu as nossas vidas. Em uma palavra, espero sempre ansioso o “nosso jornalzinho!”... Quando estive no Brasil, em março, para as minhas bodas de prata sacerdotais, levei 22 pessoas daqui comigo: portugueses e americanos. O sucesso foi estrondoso. Todo o mundo ficou maravilhado com o Brasil e muito impressionado com a missa na Catedral de São Paulo. O sucesso foi tanto que já estou planejando uma outra viagem para março de 1998, só que desta vez, iremos para o Amazonas, Bahia, etc. “

Nosso caríssimo Pe. Thomas manifesta ainda sua profunda alegria em ter antigos alunos de São Roque na sua celebração em São Paulo e manda um grande abraço a todos.

 

Do Cláudio Romano Piazzon (1966-1969)  esta missiva:

Parabéns à equipe que está elaborando nosso INFORMATIVO e também aos colegas que enviam notícias. Mesmo que o tempo nos ponha distantes dos fatos vividos no Ibaté, este Informativo é como se estivéssemos ainda lá. Desta maneira, podemos recuperar o tempo pela lembrança e curtir momentos de muita alegria. Ultimamente não estou com disponibilidade de tempo para estar mais próximo da turma nos eventos promovidos, mas muito me alegra saber que o Seminário do Ibaté continua fazendo parte da nossa vida. É como acordar e manter a criança que existe em cada um de nós.

 

 

AMICUS CERTUS IN RE INCERTA CERNITUR

 

Os nossos caríssimos, Terezinha e Almeida, levaram um susto com a Carolina, mas graças a Deus e às orações, à torcida e à solidariedade da família do Ibaté, sua filha está se recuperando. Terezinha e Almeida, um grande abraço e um beijão para você, Carolina. Deus a proteja sempre.

 

ATENÇÃO

 

·         Marquem nas suas agendas e em seus corações para 1997. Nosso 3o. Encontro em São Roque será no dia a30 de Agosto de 1997, um sábado. Comecemos desde já nossa contagem regressiva. É a grande oportunidade que Deus nos dá de, juntos novamente, rezarmos, confraternizarmo-nos e, junto com nossos familiares, celebrarmos a vida e a amizade sob o olhar carinhoso de Mãe, o Imaculado Coração de Maria.   A Coordenação Geral e as Comissões de Atividades iniciaram o movimento para a Organização do nosso terceiro encontro. A primeira reunião, realizada no dia 30.11.96, na hospitaleira Igreja da Consolação, traçou o plano geral do evento tão esperado.

 

·         A pedidos, nosso canto de guerra buscando proteção da Mãe em latim e sua tradução:

 

Sub tuum praesidium, confugimus,

Sancta Dei Genitrix.

Nostras deprecationes ne despicias

In necessitatibus nostris

Sed a periculis cuntis,

Libera nos semper

Virgo gloriosa et benedicta

 

A vossa proteção recorremos

Santa Mãe de Deus.

Não desprezeis as nossas súplicas

Em nossas necessidades,

Mas livrai-nos de todos os perigos,

Ó Virgem gloriosa e bendita.

 

 

NOVOS COLEGAS CONTACTADOS – BEM-VINDOS!!!

 

Luis Carlos Rizzo (1966-1967) Rizzo.

Antônio Sydnei de Oliveira Júnior (1964-1969)

Valdir Marino Guelere Bacaicoa. (1964/66)

 

 

 

O DESAFIO DO NOSSO VELHO LATIM

Fierro (1953-1959)

O no.  12 do nosso INFORMATIVO trazia o desafio latino enviado pelo companheiro Tomaz Toledo (Tom – 1959-62)  AVE, AVE!  AVE ESSE AVES?    Tentamos a tradução e comentamos com o Toledo.  Tudo ok!  Mais tarde, ao relermos o INFORMATIVO  no. 05 (junho-94), deparamos na secção CURIOSIDADES (?), diversas frases latinas catadas aqui e ali pelo Attílio e, entre elas, o desafio do Toledo, e com a tradução : “SALVE, MEU AVÔ!  DESEJAS COMER AVES?  ... Pó, Tomást

 

E o desafio do no. 11 do nosso INFORMATIVO, “SECUS, SI SECUS SECUS EST, SECUS SECUS ADJUVET SECUS, SECUS, SECUS SECUS CADIT” . Nada até o presente.  Vamos lá.!!!!

 

COLABORAÇÕES

Mande notícias, histórias e estórias, amEnidades, etc.

Envie para Alfredo Barbieri.

Rua Exp. Rubens Leite, 71

CEP 12.060-580 – Taubaté – SP

 

 

INFORMATIVO

São Paulo, dezembro de 1996

Tiragem: trezentos exemplares

Digitação: Barbieri

Expediente: Justo

Envelopamento e expedição: Gilberto (Beta)

Colaboraram nesta Edição: Attílio, Almeida, Justo, Fierro, Márcio, Barbieri, Santiago, Paulo Torres, Luiz Roberto, Gilberto, Piazon.

Para a próxima, esperamos a sua também

voltar