ECHUS DO IBATÉ
INFORMATIVO DOS EX-ALUNOS DO SEMINÁRIO DO IBATÉ - São Roque-SP
Natal é festa da família. Nós, família do Ibaté, queremos fazer desta data o coroamento do nosso ano de fraternidade, amizade e solidariedade. Crescemos em numero e estamos cada vez mais unidos, por isso nesta festa em que o céu se abre para celebrar o mistério da vida, o mundo todo se reúne para cantar a festa da Paz.
A harmonia da natureza invade os corações em gestos de generosidade, trazendo consigo respostas de amor à transformação da vida, à construção da paz, à realização dos desejos, à partilha dos dons – é o renascer para uma vida nova.
Companheiros Feliz Natal.
“Debit et Credit Anno Domini Millesimo Nongentésimo Nonagésimo Octavo”
A turma do Ibaté-São Roque encerra o ano com chave de ouro em missa celebrada na Igreja N. S. da Aclimação pelo cônego Laerte. Graças à ajuda de inúmeros colegas, nas mais variadas formas (presença nos eventos, cooperação nos trabalhos de planejamento e nas execuções das diversas atividades, colaborações literárias e, principalmente, contribuição financeira), pode-se cumprir as metas programadas para o ano de 1998:
· Encontros no Circolo Italiano nas 1as. Sextas-feiras de cada mês;
· Emissão mensal do Informativo Echus do Ibaté;
· Manutenção e ampliação do Cadastro de Ex-alunos;
· Missa de Páscoa;
· Festa Junina;
· Alcachofrada;
· Baile;
· Futebol e
· Missa de Encerramento do ano.
RUMO AO 4º ENCONTRO
FESTA DO CINQÜENTENÁRIO
No dia 14 de novembro próximo passado, teve lugar a primeira reunião preparatória das festividades do ano do cinqüentenário do Seminário do Ibaté-São Roque (1949/1999).
Presentes à reunião os colegas Jones, Cosso, Attílio, Careca, Furlanetto, Almeida, Paçoca, Mosca, Beta, Toschi e Luizinho Delegado, que deliberaram:
· Instituição de logotipo do cinqüentenário, criação de calendário comemorativo a ser distribuído como brinde, definição de fontes de recursos necessários às festividades (rifas, patrocínios, livro de ouro, etc.), determinação do Tema do 4º Encontro e constituição das equipes de trabalho.
· Apresentação de proposta de edição de Revista Comemorativa do Cinqüentenário pela equipe de documentação (Attílio, Furnaleto, Toschi, Careca e Jones).
· Visita aos colegas da região de itu/Salto (comissão liderada pelo Furlanetto e Corazza) visando a obter colaboração no planejamento do evento.
Com relação ao Tema do 4º Encontro, o Atíllio e o Toschi deverão selecionar sugestões coletadas e apresentá-las na próxima reunião, a ser realizada no dia 29/01/1999, em local a ser determinado.
SOZINHOS, POUCO PODEMOS; JUNTOS, MUITO FAREMOS, por isso aguardamos a presença de mais colaboradores na próxima reunião!
CONDOLÊNCIAS
Nosso colega José Justo enviou à família enlutada do nosso colega LUIZ LOURENÇO GONÇALVES (1951/55) telegrama de seguinte teor: “Em nome colegas e amigos Seminário de São Roque, externamos nossas condolências pela morte de Luiz Lourenço, pessoa querida e admirada por todos. Nosé Justo”.
MANDUCO ME FLUMEN DE VOBIS
JOAQUIM BARBOSA DE OLIVEIRA (1949-55)
Em 1951, ingressaram no seminário do Ibaté os gêmeos Luiz Lourenço Gonçalves e Lourenço Luiz Gonçalves. Ao contrário da sisudez daquele, este era um cara gozador. Logo que começou a aprender a língua latina, Lourenço Luiz cunhou, de forma inventiva e hilária, uma frase que ele repetia aos colegas de quem mangava: ”manduco me flumen de vobis”. Era a demonstração de seu espírito zombeteiro e sagaz.
Essa frase vem martelando minha lembrança desde aquela época e, várias vezes, eu mesmo, copiando o Lourenço Luiz, me flagrei repetindo-a a interlocutores desavisados e desconhecedores da língua do Lácio.
Lourenço Luiz faleceu há alguns anos. Soubemos, agora, através do “Echus do Ibaté” nº 25, que também o Luiz Lourenço nos deixou. Essa lacuna me fez pensar que, ao ter novamente a companhia de seu irmão recém falecido, o velho gozador estará dizendo a todos nós: ”como eu rio de vocês“ que continuam lutando na vida mundana, enquanto eu já estou na melhor com meu irmão.
Saudades, Luiz Lourenço e Lourenço Luiz !
CONTO DE NATAL
LUIZ NORBERTO COLAZZI LOUREIRO (1962-63)
Juvenal trabalhava nos Correios havia vinte anos. Nesse tempo todo cansara de ver cartas enviadas a Deus, a Santo Antônio e, mais comuns, ao Papai Noel.
No início da carreira se impressionava com o fato e ficava preocupado, sem saber o que fazer. Meditativo, pensava na frustração daquelas pessoas que jamais teriam suas cartas entregues.
Tantos pedidos frustrados! Quando sonhos jamais alcançados!
Depois consolava-se: afinal, nada poderia ser feito, pois aqueles destinatários não poderiam ser encontrados. No caso do Papai Noel, então, mais difícil seria a empreitada, já que o próprio não existia (pelo menos no seu entender). E isso sempre o intrigava: se o bom velhinho não existia, por que tantas cartas para ele?
Mas com o passar dos anos Juvenal foi se acostumando. Com o tempo, aquelas cartas não o impressionavam mais. Mergulhado na rotina diária e no seu racionalismo de funcionário exemplar, esquecera-se da fantasia e do sonho.
E, como em todo Natal, a coisa se repetiu. Milhares de cartões, brindes e, claro, muitas cartinhas ao Papai Noel passaram por suas mãos. Porém aquele não era um Natal comum, ao menos para o Juvenal. Ele completava sua missão nos Correios e estava se aposentando.
Recentemente viúvo e sem filhos, era um homem literalmente só. E a medida em que as festas de fim de ano se aproximavam, a alegria das pessoas na rua e no serviço contrastava com a tristeza que a expectativa de um Natal solitário lhe trazia.
No dia 24, os colegas foram se despedindo carregados de pacotes, muitos cumprimentos, planos de festas, etc.
No final do expediente, Juvenal estava sozinho. Sem ter para onde ir, sua opção era isolar-se em casa e desfrutar a companhia da TV.
Mas lá estava a sua frente a pilha de cartas não distribuídas, como o carimbo retumbante: DESTINATÁRIO INEXISTENTE.
Pela primeira vez Juvenal pensou em abri-las. Escrúpulos profissionais sempre o impediram, porém aquele dia e naquelas circunstâncias a solidão e a curiosidade falaram mais alto.
O primeiro envelope que pegou, já pelas letrinhas infantis, revelava a criança que escrevia. Órfão de pais, o garoto não pedia brinquedos, tênis incrementados ou coisas do gênero. Pedia de volta o seu papai querido, nem que fosse para um simples beijo de despedida. Aquele beijo que o pai, mesmo sem intenção, ficara lhe devendo.
Ao ler a cartinha do garoto, Juvenal se emocionou. Lembrou da camisa vermelha de cetim esquecida no armário, saldo de velhos carnavais. Improvisou uma touca com pompom branco, paramentou-se e foi visitar aquela ruazinha perdida na periferia.
Ao bater na porta o próprio garoto atendeu. Seus olhinhos infantis brilharam como nunca e um grande sorriso explodiu em seu rosto.
As lágrimas de Juvenal também.
RECORDANDO
DISSERTAÇÃO ESCRITA NO ANO DE1950
O SABOÓH
LAERTE VIEIRA DA CUNHA (1962/1963)
Distante alguns quilômetros de nosso Seminário, e elevando-se aos nossos olhos sob um aspecto atraente, está o morro Saboóh, tão conhecido por belas e saudáveis excursões.
Este morro tem o formato alongado e roliço, assemelhando-se ao costado de um fantástico animal. Quase desprovido de vegetação, possui nas crostas grande quantidade de pedras.
É tradição deste Seminário fazer um passeio a esse morro no dia 15 de novembro de cada ano. Vão somente os “grandes”, e mesmo assim, só os que se acham em condições de agüentar a longa jornada: aproximadamente 18 quilômetros. Anda-se por caminhos pitorescos, descortinando-se sempre novos panoramas, um mais belo do que o outro. Estes panoramas oferecem pontos de várias meditações nos corações amantes de Deus, aos corações que reconhecem nessas belezas a Mão Onipotente do Senhor.
Já no sopé do monte a vista que se tem é maravilhosa. Do alto porém, descerra-se ante nossos olhos uma vasta planície de um aspecto encantador: ricas folhagens viridentes, e aqui e acolá, por entre plantações esmeradamente cultivadas, uns poucos tugúrios de gente pobre e feliz.
Pouco além vê-se S.Roque, e não muito distante a vizinha cidade de Mairinque. Avista-se também o nosso Seminário, pequenino como se fosse um brinquedo.
Essa perspectiva incomparável é a única recompensa que se possa ter depois de tão cansativa viagem, visto que o morro, no topo do nada tem de deleitável: nenhuma árvore para dar sombra e nem sequer um pingo d’água que é o único refrigério de quem se acha cansado.
Contudo, uma coisa é indiscutível: O passeio ao morro Saboóh é de grande utilidade tanto para o corpo como para o espírito. Fortalece o corpo, tornando os músculos mais rígidos, e distrai o espírito, dando-lhes novas imaginações. Por isso mesmo é esse passeio por todos almejado.
Laus Deo et Mariae.
O SEGREDO DE MÁRCIO PAÇOCA
ATTILIO BRUNACCI (1949/1955)
Paçoca é o apelido do colega Márcio Pereira da Silva que passou pelo Ibaté no período de 1967 a 1970. Até hoje muitos de nós desconhecemos a razão desse codinome que seus contemporâneos lhe deram.
Ora, pois; quem escreve “estas mal-traçadas linhas” estudou no Ibaté uns quinze anos antes do dito cujo Márcio e só foi conhecê-lo em 1994, por ocasião dos preparativos do 2º Encontro dos ex-Alunos ocorrido em 1995. Márcio (até então não conhecia sua simpática alcunha) veio procurar-me, porque eu era um dos responsáveis por esse 2º Encontro e porque morávamos no mesmo bairro.
Foi um encontro muito agradável, iluminado à base de caipirinha com pizza. Conversa vai, conversa vem, Constantino daqui, Constantino dali, parecíamos dois velhos companheiros e contemporâneos do Ibaté, sem nunca nos termos visto antes (esse é um milagre sem explicação, que o Seminário realizou).
Ora, pois. Nesse encontro fiquei sabendo que Márcio (eu continuava sem saber seu apelido...) também estudou no Seminário do Ipiranga onde se formou em Filosofia e Teologia sem ordenar-se sacerdote, bem como, posteriormente, se formou em Direito na USP.
Detalhe importante e do interesse desta crônica: estado civil do colega: solteiro, absolutamente solteiro e sem compromisso. Esse “detalhe” se fez presente em todos os momentos que se seguiram a essa faustosa descoberta: nas seguintes reuniões preparatórias de diversos eventos, nos encontros mensais do Circolo Italiano, etc., durante estes anos todos, lá estava Márcio Paçoca (agora sim, seu apelido ficou a descoberto...) sempre, misteriosamente sempre, sozinho, solitário, Márcio, o Solitário!
Bisbilhoteiros, todos os colegas questionavam esse seu estado que se mostrava sem perspectivas namorais e matrimoniais. Aliás, todos nós, imbuídos de justo espírito de coleguismo, apresentávamos a ele futuras pretendentes, de todas as idades e padrões de beleza. De Carla Perez a Dercy Gonçalves. Claro, ele não tinha o direito de ser exigente ...
Nem mesmo os apelos sentimentais e sensuais dos arredores da Churrascaria Boi na Brasa (bota brasa nisso!), estrategicamente instalada na “boca do luxo”, demoviam a empedernido ex-seminarista, filósofo, teólogo e advogado de suas intenções celibatárias. Márcio, o Irredutível!
Que bonito!, dizíamos nós, seus colegas do Ibaté. Eu particularmente, achava que Márcio Paçoca estava se preparando para fundar uma nova congregação religiosa constituída de leigos machos e abstinentes, frutos da árvore plantada no Seminário. Sinal dos tempos, pensava eu. É isso aí! A Igreja precisa de santos brasileiros! E ele tem tudo (tudo?) para ser um missionário dos tempos da informática e da mídia! Quem sabe, substituir o Pe. Marcelo (toc, toc, toc!) nas suas lides de afastar as massas do caminho do pecado?
Mas, meu mundo caiu!
Foi no último encontro com o Circolo Italiano, no dia 6 de novembro. Estávamos lá, um numeroso grupo de contumazes freqüentadores de libações etílicas, quando fomos surpreendidos – oh, que surpresa! - pela chegada de Márcio Paçoca de braço dado (sim; de braço dado, valorizando a posse de bola!) com uma simpática jovem que nos foi risonhamente apresentada como sendo uma namorada e que se chamava Cristiane. Um doce-de-leite.
Eu pessoalmente achei que estava exagerando na caipirinha e tratei logo de esfregar meus olhos para me certificar de minha lucidez. Sim; estava lúcido! Surpresa e estranheza misturadas.
Nessas ocasiões, tratando-se de grupo de ex-alunos do Ibaté, o que não falta no mercado é espírito de porco. Não vou citar nomes para não ser injusto com os demais. Mas alguém achou que esse desenlace não estava bem explicado e fez um juízo temerário (juízo temerário, nossa, quanto tempo!): a jovem Cristiane estaria subvertendo a ordem das coisas no coração do incauto e puro Márcio. Esse alguém, então, solicitou os bons serviços do colega Luiz Alberto (ex-aluno de 1951 a 1957) que é delegado de Polícia aposentado, portanto autoridade de plantão para averiguar os fatos. Com toda a sua experiência no mundo do crime, Dr. Delegado não titubeou no veredicto: sedução! Ato contínuo, lavrou um B.O. incriminando a jovem Cristiane como autora de crime de sedução. Não se pode explicar de outra maneira.
Moral da história: fenômenos bem mais fáceis de serem explicados aconteceram neste final de milênio: a queda do Muro de Berlim, a globalização da economia e o desmoronamento da sólida URSS . Finalmente, caiu, desmoronou e globalizou o coração do Márcio Paçoca!
Bem de qualquer forma, agora temos em nosso meio a dupla Paçoca e Doce-de-leite; não tá bom assim?
Felicidades a ambos!
POESIA
ECHUS DO IBATÉ
LETTERIO SANTORO (1955/1959)
A Leitura desses ECHUS
Reflete os ecos de outrora,
Tantos Ecos da Tribuna
ecoando a inspiração
da produção literária
saída de jovens penas.
A leitura desses ECHUS
relembra as Humanidades
onde reinava o Latim:
não a erudição vazia,
mas a educação moral
com valores absolutos.
A leitura desses ECHUS
traz o passado ao presente:
sensações... amigos... fatos...
morta gente sempre viva....
Memórias da adolescência
no limiar da velhice
A leitura desses ECHUS
revela-nos, de improviso,
que o colégio do Ibaté
foi tão somente teatro
de uma aventura sem fim
que prossegue em outros palcos.
Na leitura desses ECHUS
ascendemos ao Tabor
(ou Saboóh?), e sonhamos
- o tempo tornado eterno -
permanecer para sempre
nessa gostosa ilusão
Esperados como nunca,
nossos ECHUS do Ibaté
chegam feito vendaval:
arrastam tudo consigo,
e acabam tão de repente,
deixando apenas lembranças!
DESTINO: SEMINÁRIO DO IBATÉ
Cinqüentenário 1949-1999
LOURENÇO MEDEIROS FERNANDES (1949)
Um trem de ferro em 49
Lá na Estação Sorocabana
Trem de ferro quando partia
partia devagarinho – bis piuí, piuí
1) Ia levando os Novatos do “Ibaté”
Deixando tristes nossos paisna solidão
É bem verdade o que diz este refrão
Partiam todos contentes
Com amor no coração
Lá em Mailasky, ia parando
Logo em seguida ia apitando - piuí
Trem de ferro quando chegava
Chegava devagarinho bis
2) Chegando lá um ônibus todo especial
Que levaria todos nós ao florestal
É bem verdade o que mostrava a natureza
Avistamos o Seminário
E o nosso Reitor também
PREÂMBULO DO SEMINÁRIO DE PIRAPORA
LOURENÇO MEDEIROS FERNANDES – PERERECA (1949)
Antes de adentrarmos como novato no Seminário Menor Metropolitano de Pirapora da Arquidiocese de S. Paulo, muitos dentre nós éramos preparados em S. Paulo, no Seminário do Mons. Pavézio.
Até nos dias turbulentos de hoje, me reporto aos abnegados e incansáveis Cônegos Premonstratenses, nas pessoas do Côn. Clemente – Reitor, Côn. Ivo, Côn. Marcelo os quais na manhã do mês de Fevereiro, antes do carnaval, aguardavam com grande expectativa, carinho e amor os novatos que seriam seus novos filhos chamados para a vocação sacerdotal. A nossa chegada na Estação de Estrada de Ferro Sorocabana era marcada antecipadamente para o horário das 06:00 h da manhã onde a composição que seguia rumo para o interior de S. Paulo, lá estava parada aguardando o primeiro apito do chefe da estação. Após o 2º apito, só víamos lenços brancos acenando para os pais e amigos que nos acompanhavam. Muitos de nós não conhecia a pequenina cidade de Pirapora entre as montanhas e, no alto da colina, o inesquecível Seminário Menor, dirigido pelos Cônegos Premonstratenses. Ao chegarmos em nossa nova casa, fomos recebidos como verdadeiros filhos de Deus, de Nossa Senhora e São Norberto, o padroeiro da Ordem dos Cônegos Premonstratenses. Ao término do ano letivo de 1948, a maioria já havia recebido a notícia de que no ano vindouro iríamos pertencer a Ordem dos Padres Seculares os quais seriam os nossos novos Precursores na vocação sacerdotal.
1949 !!! “ECHUS DO IBATÉ” precursor do tão esperado Cinqüentenário do Seminário Médio do Imaculado Coração de Maria - em São Roque. MANDATUM NOBIS DO VOBIS – Eu vos dou um novo Mandamento, seria uma nova vida e o Regulamento da Ordem dos Padres Seculares e nós mesmos poderíamos receber e analisar uma nova orientação vocacional. Renovar é viver preparando rumo ao Cinqüentenário do Ibaté; reporto-me com grande saudade e carinho do nosso primeiro Reitor Mons. Luiz Gonzaga de Almeida, do Pe. Ministro de disciplina Constantino Amstalden, do Pe. Espiritual Pe. Pascoal Amato e de todos os demais que faziam parte do corpo docente do Seminário, do motorista Luiz, com o Ford 1929, das Irmãs e de todos os colegas que adentravam como os primeiros Seminaristas do Seminário do Imaculado “Coração de Maria”.
Encontros pré-marcados através do Echus do Ibaté, “Alcachofrada”, tornamo-nos verdadeiros meninos e garotos daquela época, infantis, porém, com grande responsabilidade nos duIas de hoje em que participamos ativamente dos mais diversos afazeres e para darmos as nossas famílias melhores condições de vida, agradecendo a Deus o Dom da vida e da sociedade em que vivemos. A oportunidade que tenho em escrever este Preâmbulo é de poder identificar no Echus do Ibaté a foto Antiga (Informativo nº 23) a qual refere-se a inauguração do Seminário em 1949. Confirmo e reconheço alguns dentre eles : Eu Lourenço (Perereca), Laerte, (Côn.), Sérgio Fioravanti, Mauro Macedo, Kleber e Antonio Barra (Pe.); se a foto estivesse mais nítida, certamente lembraria e escreveria o nome de tantos outros. Para finalizar o meu pensamento e a minha memória do passado naquela época, no meu íntimo guardo aquela frase cotidiana: DOCE CORAÇÃO DE MARIA, sede a minha salvação.
Laudate Mariae
São Paulo, 14 de outubro de 1998
Lourenço Medeiros Fernandes
Benedicamus Domino
Deo Gratias
MARCO PÓLO TEIXEIRA D. PHENNE SILVA (1963-64) – Para o Antônio José de Almeida. Estou querendo contribuir com o Echus, mas o Bradesco daqui é inutilizável. Será que posso depositar na sua conta e você repassar para o pessoal? Eu via minha colaboração publicada. Ficou muito bem diagramada .... Um abraço.
WALDEMAR WALDIR DE FARIA (1955-58) – Obrigado pela publicação contínua de minhas idéias. Creio que todos os ibateanos devem colaborar, para que o ECHUS passe a ser muito brevemente uma Revista. Sugiro que vocês, organizadores e idealistas, estabeleçam uma espécie de mensalidade, através da qual todos participem, entre aspas, obrigatoriamente. Pode ser até um valor ($) simbólico, mas com que possam contar, mensalmente .... e garantir as despesas, que não são poucas. Pode até ser bolado um “carnezinho”. Que o Beta, o Cosso e o Mosca entrem nesse circuito e ponham as cucas para funcionar!!! Abração. Vão aí ..... como colaboração para nosso ECHUS.
ANTÔNIO CARLOS DA SILVA MARTINS (1963) – (Email) solicitando cópia “escaneada” da Photo Antiqua publicada no n. 25 para poder ampliar e reconhecer melhor as pessoas ... alerta-nos para mensagems de erros na página da Internet da Turma do Ibaté. Echus responde: A coordenação do ECHUS está providenciando cópia da foto na internet e agradece a colaboração.
Colaboradores: Attílio Brunacci, Joaquim Barbosa de Oliveira, Luiz Norberto Colazzi Loureiro, Lourenço Medeiros Fernandes, Côn. Laerte Vieira da Cunha, Letterio Santoro, Antônio José de Almeida, Wilson Mosca e Alfredo Barbieri.
Artigos e Colaborações:
Echus do Ibaté
Cx. Postal 61 –
13320-970 Salto – SP
Obs.: Se possível, enviar material em disquete (texto em Word e fotos em formato jpg)
Os artigos assinados são de inteira responsabilidade dos autores, não expressando necessariamente a opinião da equipe de coordenação.