ECHUS   DO   IBATÉ

INFORMATIVO DOS EX-ALUNOS DO SEMINÁRIO DO IBATÉ - São Roque-SP

No. 27  -   Ano  07  -  JANEIRO DE 1999

EDIÇÃO INTERNET

 

 

EDITORIAL

Entramos exultantes no ano do nosso Jubileu de Ouro. No calendário de nossas recordações e emoções, o ano que se inicia tem um carisma especial:  a grande Família do Ibaté vai estar reunida em 21 de agosto. A partir de agora já começamos a contagem regressiva e nossos corações passam a bater no ritmo da confraternização.

O colega Jones Nadir Gama criou com propriedade o logotipo do Cinqüentenário e no zero  reproduz o nosso querido casarão. São 50 anos que trazemos na retina e no coração, o santuário de nossa juventude. Éramos felizes. Somos felizes.

Renato Artamendi nos fala da gruta do recreio. O Letterio relata sua inspiração à sombra dos eucaliptos. O Barbieri rememora as festas. O Getulino dá inveja a Cícero com seu latim castiço. Os colegas se correspondem.

Eis o nosso informativo, mensageiro de nossa amizade.

 

 

MISSA DE ENCERRAMENTO

No último dia 04 de dezembro, primeira sexta-feira do mês, os ex-alunos do Ibaté se reuniram na Igreja N. Sra. da Aclimação, onde houve celebração da Santa missa pelo Cônego Laerte Vieira da Cunha, como encerramento do ano de 1998.

Os colegas presentes, a maioria com suas respectivas esposas, tiveram oportunidade de reviver o passado, tanto nas cantorias ( Sub tuum praesidium...)  como na homilia do Côn.  Laerte, em que foi destacada a forte amizade (O quam bonum et jucundum habitare fratres in unum!)  surgida nos tempos do seminário, bem como a semente cristã autêntica conseguida para a vida em família, na sociedade e no trabalho.

Após a missa, sob forte chuva, os ibateanos se dirigiram ao Angélica Grill onde passaram momentos de confraternização e alegria.

 

PÉS –DE-VALSA

No dia 28 de novembro P.P., VÁRIOS COLEGAS DO Ibaté, acompanhados de suas respectivas esposas, aceitaram o desafio do casal Lui e rose de foram dançar no animado salão de festas do Tênis Club Paulista.

A noite correu animada e os casais do Ibaté mostraram que, na dança, navegam em todos os ritmos e épocas (de fox e bolero a pagode e axé). Nos intervalos das seleções musicais, o bate –papo foi regado a muita cerveja acompanhada de salgadinhos e canapés.

 

 

 

... E DEU EMPATE NO DESAFIO

O desafio entre  “Leão de São Marcos”  X  “Galo de Ouro”, organizado pelos colegas Luiz Roberto Soares (Araçá)  e Eduardo Antônio Santiago (Manga), realizou-se no dia 05 de Dezembro no campo de futebol da empresa Eternox, em Mairinque-SP.

Mesmo com São Pedro conspirando contra o evento (choveu nos dia s 04 e 05) houve a presença de 17 colegas que enxertados pelos filhos e parentes do Almeida formaram duas fortes (?) equipes.

Ao final do embate, sob fortes reclamações do Tomaz de Aquino Toledo (que jogou de “conga” e por isso escorregou umas 209 vezes no campo encharcado),  o placar apontava o resultado de 3 X 3.

Os gols (ou frangos)  foram anotados por: Quinzinho e Zezo (2) pelo “Leão de São marcos” e  Domingos Sávio, Toledo e Careca, pelo “Galo de Ouro”.  Após a “pelada” houve confraternização entre os presentes que saborearam churrasco regado a muita cerveja.

Devido às fortes reclamações do Toledo, será marcado novo desafio para o ano de 1999.

Obs.: O gol mais bonito foi marcado pelo sexagenário “Quinzinho” qu8e, ao fzer um cruzamento, errou o chute e encobriu o goleiro!

 

A GRUTA DO RECREIO

RENATO ARTAMENDI (1958-59)

 

No segundo semestre de 1958, os seminaristas começaram a cavar o local a fim de dar uma mãozinha e assim baratear o custo de sua construção. Durante o recreio, alguns mais corajosos cavavam embaixo com picaretas e os outros em cima fincando estacas e derrubando blocos de terra com os pés. Como dizia o Pe. Rui, era uma animação. Até o dia em que um bloco caiu antes da hora e soterrou parcialmente um dos alunos. Pe. Constantino resolveu acabar com a brincadeira e, quando chegamos de férias de fim de ano, as máquinas haviam terminado o serviço.

A imagem de N. S. de Lourdes foi trazida de São Paulo pelos coroinhas das paróquias no dia 17 de maio de 1959. Era um Domingo. Segundo disseram, era presente do Cardeal Mota e feita de cascalhos provenientes da gruta de Massabiele. Depois da Missa houve um churrasco no campo de futebol, lá embaixo.

Ela ficou na capela até o dia 20, uma Quarta-feira, dia da inauguração. Autoridades, engenheiros, fotógrafos, visitantes ... todos esperando pelo Cardeal. Mas choveu tanto que tivemos de ficar longe, só olhando. O Cardeal foi benzê-la de carro e um seminarista dos menores, vestido de pajem, subiu lá no nicho para tirar a bandeira que cobria a imagem. Batemos palmas, cantamos o hino “Louvando a Maria” e .. só. A missa programada não saiu.

No mesmo dia foi benta e entronizada uma imagem de São José na fachada do Seminário e pendurada uma foto do Papa João XXIII na sala de recepção.

À noite houve sessão cênico-musical com a peça “Pela vida de um vigário”.

Em grupos, íamos rezar o terço lá, depois do jantar, mas os menores tinham medo, porque apareceu entre as pedras um casal de corruíra que, segundo a lenda, na sua inquietação, são almas penadas.

Programa da “Sessão Cênico Musical no Décimo aniversário do Seminário – Homenagem ao Cardeal Motta: Apresentação do drama: Pela Vida de um Vigário. Participação da Banda as músicas: Diário, La Speranza, La Dame de Coeur e Souza Pinto. Os cantos: “Oh! Terras feiticeiras”  e  Barcelona. Ao piano, Rapsódia Húngara n. 2, por  Sebastião Campanari.

Personagens do Drama: Marquês de Bonchamps = Renato Artamendi; Heriberto = Ricardo Paiva; Benoit =  José Regino Gregório; Vigário = Darcy Pupo; Cathelineau-Castelão =  Geraldo Barbosa; Sinon-seu  filho = Aníbal Martinelli; Jacques–criado = Hermes Pimenta; Grignon, chefe revolucionários = José Moreira; Charles Joly chefe = Paulo Acácio Martins - Delbée-coronel francês = Ivo Mazieiro; Collet, gaurda = Nazareth dos Reis; Henry = Sérgio Conrado; Henri e Jupot, voluntários  = Sérgio Conrado e José P. Bruna; Ponto = Letterino M. Santoro (20 de maio de 1959).

 

 

À SOMBRA DOS EUCALIPTOS

LETTERIO SANTORO (1955-59)

 

Era em dezembro, nos largos calores de dezembro! As aulas haviam terminado no colégio do Ibaté, e começavam os longos estudos preparatórios aos exames finais . Gostava desse tempo pelos banhos de piscina, pela permissão de visitar o pomar, e de gozar a sesta nos bosques circunstantes. Ah, os bosques, os frescos bosques do colégio: o meu Parnaso!

A adolescência acabava-me em expansões românticas, e as letras arrastavam-me a inspiração sonhadora. O poeta despontava em mim à sombra dos eucaliptos! Tomava umas poucas páginas de caderno, e atirava-me bosque adentro, indo sentar-me no chão coberto de mortas folhas para escrever sobre uma tosca mesa de madeira. As auras sussurravam no silêncio, agitando levemente as folhagens. Um ou outro companheiro caminhava por entre as árvores. Ouvia-se dali o ruído das águas do córrego a serpear pelas encostas. Mais abaixo, no topo de uma pedra coberta de musgos, a estátua da Virgem se extasiava na modesta gruta. A Virgem era a minha musa, a casta musa de meus sonhos azuis.

Minha mente partia para os dias da infância, para o pessegueiro florido do quintal de casa, onde eu  comandava um navio imaginário em meio a um imaginário mar, azul como o céu azul. E voltavam-me, vivos na memória, os amiguinhos de Entre Folhas, as aventuras menineiras do Jabaquara, a bondade inigualável de Vó Quinixe. O lápis corria-me ligeiro atrás da ligeira imaginação: Um pássaro piava solitário, enquanto a cigarra terminava o seu chiar cansado. Avistava entre as folhagens, para além da piscina, as parreiras prenhes, espreguiçando-se ao vasto sol de verão. E me via depois, criança inocente, em casa de minha tia, numa bela manhã de sol, a contemplar, admirado e feliz, o longo trem correndo à beira da praia de Fuscaldo.

Sonhava ainda, meu Deus! Quando ouvia, de repente, ao longe a voz do sino, suave e meiga, a nos chamar da sesta. Alongava uma vez mais o olhar pela vizinhança, tomava os meus escritos, e voltava mansamente para o estudo da tarde. As fibras da alma vibravam-me numa febre de poesia. Deixava a sombra, e metia-me, de volta, pelo calor do recreio. Mal começava o estudo, revia as minhas páginas românticas, cheias de poesias e de sonhos mimosos, e tinha já saudade do bosque da Virgem, meu Parnaso e minha musa. Mas isso acontecia apenas nas tardes quentes de dezembro, no colégio do Ibaté!

 

VOTOS DE FELIZ NATAL

Recebemos, via internet, fax, correio, cartões e mensagens Natalinas com Votos de Boas Festas dos colegas Rogério Guimarães Fortes, Fausto Guimarães Fortese Luiz Guimarães Fortes (Gigante), Attílio Brunacci, Eduardo Pires D’Elboux, Rodolpho Dufner Jr., Joaquim Barbosa de Oliveira, Paulo Toschi e Pe. Cândido da Costa.

A Turma do Ibaté agradece e retribui os Votos recebidos.

 

 

AS  FESTAS

ALFREDO BARBIERI (1949-53)

 

Os dias festivos eram aguardados com ansiedade. As festas principais eram: 22 de agosto, do Imaculado Coração de Maria, a Festa dos Pais e a dos Professores.

Nos Primórdios acordávamos com o sino e com uma marcha militar colocada no alto falante do Pe. Ministro. Com a organização da Banda era ela que nos despertava.

O traje era o terno azul. A missa solene, enriquecida pela Schola Cantorum, na capela enfeitada.

Pela manhã havia jogos e o almoço era um banquete e nele podíamos conversar em vez da leitura. Para tanto após as orações iniciais o Pe. Ministro anunciava o: ”Benedicamus Domino” e a resposta barulhenta era o nosso “Deo Gratias”. Tínhamos direito à sobremesa e à sangria ou seja o vinho batizado e adoçado.

À tarde havia o Estudo Livre, quer dizer podíamos escrever cartas, ler livros, etc.

Não faltava a Bênção solene do Santíssimo.

Mas a grande expectativa era, à noite, o palco. Era apresentado um drama e uma comédia, entermeado por poesia, schola cantorum, homenagens, discursos.

As peças eram, geralmente da Editora Vozes de Petrópolis, peças masculinas. Vale lembrar: Henrique VIII, Carcereiro de Kunfels (em 5 atos, exibida até na Cidade de São Roque), Britanicus ...

Antes do início do espetáculo as orações e um gole de vinho dado pelo Pe. Ministro. Por sinal certa vez constatou que a garrafa que ficara atrás do palco (ele marcava o nível) estava com nível bem baixo. Então começou a chamada de um por um ao quarto dele na tentativa de descobrir o bebum, mas desta vez não conseguiu nada. Eu sei quem foi, e não conto.

Certa vez numa luta entre nobres e plebeus o Zeca Perez se engalfinhou com o Asdrúbal. Após a apresentação havia muita gente manchada de sangue resultado da luta. A ficção virou realidade.

Nas apresentações havia uma figura escondida mas de suma importância era o “ponto” que assoprava para que não errássemos e refrescava nossa memória.

Como artistas éramos reis, vassalos, condes, vilões, padres, escravos, ciganos, guerreiros, romanos...

Não podemos esquecer as homenagens. Certa vez foi pintado um grande painel da Branca de Neve e os Sete Anões. No lugar dos rostos ficava um vazio e os figurantes devidamente maquiados colocavam suas caras e cantavam. Sabem quem fez a Branca de Neve e ficou famoso ? O Bita.

 

 

 

PISCIS TARTARUGAQUE

GETULINO DO ESPÍRITO SANTO MACIEL (1957-60)

 

PRAEVIA EXPLICATIO

Hoc est secundum textum historiae quae scripta fuit in anno Domini millesimo nongentésimo sexagesimo secundo (1962) in Apparecida. Textum a me scriptum gravatum et transmititum erat in refectorio Seminarii ad seminaristas que non conversare potebant in refectionibus.

Erat una simplex historia. Contabat illa sagam Smanuellae, una tarturuga multum abandonata et irrealizata in vita. Et historia Tibedrii, unus piscis in aequali situatione. Originales sibi perderunt. Gravationis fitae nemo scit ubi sunt. Non scio si possum scribere quomodo scribi in illo tempore. Manus as obram!...

Videbimus si est possibile dare una idea de quomodo fui scripta tale historia quae tantum sucessum fecit in epocha.

Haec est una gatitudo ad amicos inesquecibiles: Tohomas Aquinatis et fratres sui: Johannes Franciscus Geeraldoque, Letterinus Santorus, Paulus Accatius, Vinitius Pirus, Gilbertus Lucarts (medicamentarius maximus in vita, in enfermitatibus et, si necessarius fuerit, in morte-sine suo consentimento, est obvius  vel obvius est).

Memento nunc (hac hora) de enfermaria Seminarii: tomabamus totos vinos missarum – “in vino vita” – Patris Noelis. Ficamus tantum enjoati vinorum purorum que, una nocte, allegando dolores fortes barrigae vel stomachi, imploramus ad Gilbertum unam dosem salis fructe quae immediate misturamus in vino ad illum spumadum. Sine gratia ficabat tomare vinun sine spuma. Fuit prima et ultima vix. Fecit unun malum ... et ad totos vetustos ex-seminaristas , professores, etc.

Volo solum dare una idea de quomodo fuit scripta historia. Non est possible excribere illam tale quomodo fuit scripta. Unum  trechum de sua intodutione ad relembrandum tantum:

PISCIS TARTARUGAQUE

Era una vix uma tartaruga quae se chamabat Smanuella. Non scio quia parter ejsus tall nomen colocabit. Exdruxulum nomen! Magis, qui se habet qui facere! Erat suun nomen. Respectabile nomen! Vivebat  Smanuella quomodo altlerae tarturugae: magis minusque bene. Non multum bene, inter tantum. Crescebat, crescebat et non participabar de rebus vitae. Ficabat solo in suo domo. Trabalhabat multum: varrebat, cozinhabat, lavabat, et cuidabat de omnibus rebus. Non habebat amicas. Et amici, nec falare!  Pater suus erat multum exigens. Non admiteba amicos nec amicas. Poterint influire in formatione sua.

Ibat vivendum Smanuella. Staba jam cum duodevgiginti (decem et octo) annos. In capite sua multa res pasabat. Desejaba relationes habere cum alteras tartarugas aetate suae. Difficile erat. Vigiata erat , constanter vigiata. Paupera Smanuella... Que penna parare historiam hic ... Sed,  qui facere ...

 

 

NOSSA CORRESPONDÊNCIA

RENATO ARTAMENDI, MONS (1958-59) – Tambaú, 13.10 – Prezado Ibateano, Saúde e Paz. Antes de mais nada, quero dar o parabéns da equipe pela feliz idéia de resgatar as memórias do nosso antigo Seminário do Ibaté. Depois, agradeço o envio do Echus, esse informativo que me enche a alma de alegria e o coração de saudade por receber alguma notícia dos antigos companheiros e relembrar aqueles felizes tempos. Revolvendo meus guardados, encontrei algumas fotos e também exemplares do Ecos da Tribuna, rica fonte de notícias sobre a vida do Seminário naquela época. E revendo minhas anotações, selecionei fatos que julguei de interesse. Incluo dois boletins de notas (os melhorzinhos) que eram lidos na frente de todo mundo em verdadeiras sessões de tortura. Estou enviando tudo. Se servir para alguma coisa, ótimo. Se não, jogue fora. Em anexos, o xerox do comprovante de depósito do Bradesco instantâneo. É minha contribuição para o ano todo. Mais um ibateano para ser contatado: Sebastião Campanari (advogado) ..... Um abraço extensivo a todos da equipe.

ANTÔNIO EXPEDITO MARCONDES, MONS.  – Roma, 18.11.98 – À turma do Echus do Ibaté, envio minha modesta colaboração de R$ ... para ajudar o pagamento do envio de notícias dos nossos prezados ex-alunos de São Roque. Parabéns pelo serviço prestado e sempre avante, com as bênçãos de Deus. Meu abraço.

NADIR FERMINO (1960-65) –  num bate –papo depois da missa de encerramento do ano, disse-nos os nomes dos colegas que estão na Photo Antiqua, publicada no Echus 25. Da esquerda para a direita, em pé: Fernando Torquato, Vitor Cruz, Sérgio Arlindo Montini, Walter Cruz (?), (?), (?), e o último em pé à direita, Heleno Cesarino. Agachados, da esquerda para a direita, Antônio Carlos Marques (Zaqueu), (?), Waldeci Gomes da Cunha, Paulo Cimi e José Carlos Bochini.

GETULINO DO ESPÍRITO SANTO MACIEL (1957-60) – Lorena, 30.10.98 – Prezados, tenho recebido com satisfação o ECHUS. Envio-lhes contribuição para publicação. Logo que puder, enviarei contribuições. Um abraço.

FRANCISCO CLEIRIVAN RIBEIRO MARQUES (1959-62) – (email) – Foi com muita satisfação que naveguei pela primeira vez no site do seminário do Ibaté. Por falta de oportunidade, ainda não participei de nenhum evento do grupo de ex-alunos. Mas não é por má vontade, não. Qualquer dia desses, apareço e levo junto meu irmão. Um abraço a todos. Meu irmão é o Cléverton. Em breve vou mandar algumas fotos que tenho, relembrando o seminário.

PAULO TOSCHI (1949-53 ) – (email) – Desculpe por ser chato, mas o título da página ficou Encontro de Agosto de 1998 e não Encontro de Agosto de 1999. Recebi uma carta de um colega chamado João Steck, que mora em Brasília, e que se entusiasmou com o meu livro e escreveu umas vinte páginas contando uma porção de coisas do tempo dele (1965, creio). Acho que vou abrir um espaço na minha página para manifestações do gênero. Feliz Natal para você e o bom ano de 1999. Transmita aos amigos os meus votos.

 

 

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Colaboradores: Attílio Brunacci, Joaquim Barbosa de Oliveira, Luiz Norberto Colazzi Loureiro, Lourenço Medeiros Fernandes, Côn. Laerte Vieira da Cunha, Letterio Santoro, Antônio José de Almeida, Wilson Mosca e Alfredo Barbieri.

Artigos e Colaborações:

Echus do Ibaté

Cx. Postal 61 –

13320-970 Salto – SP

Obs.:  Se possível, enviar material em disquete (texto em Word e fotos em formato jpg)

Os artigos assinados são de inteira responsabilidade dos autores, não expressando necessariamente a opinião da equipe de coordenação.