ECHUS DO IBATÉ

INFORMATIVO DOS EX-ALUNOS DO SEMINÁRIO DO IBATÉ – SÃO ROQUE

No 33  -  Ano 7  –  JUNHO–AGOSTO de 1999

EDIÇÃO INTERNET

 

EDITORIAL

 

Amigos, daqui a poucos dias, estaremos juntos à sombra do nosso Seminário do Ibaté, unidos num só coração e numa só alma, para celebrar a amizade, matar saudades e elevar o nosso hino de gratidão ao  Deus da nossa juventude sob as benções e o olhar da Mãe Imaculada.

Nosso Echus é o ao de convocação par o dia 21 de agosto. Será um dia inesquecível: Vinde e vede. Esperamos vocês lá.

 

O IV ENCONTRO VEM AÍ!

Com apoio da Prefeitura da Estância Turística de São Roque: Ski Mountain Park, Museu de Arte Sacra Pe. Belchior sj, Capela de Santo Antonio, Trilha Ecológica Brasital, Mata da Câmara, Cruzeiro, Igreja Matriz, Igreja de São Benedito, Museu de Cera, Casa do Artesão, Cascata do Carambeí,. Morro do Saboó, Adegas de Vinho na Estrada do Vinho. Informações: Departamento de Turimso, Esporte e Lazer: Tel.: 425-2500 - ramal 2141

 

ENCONTO DO CINQUENTENÁRIO

Caso o colega com seus familiares que for ao nosso encontrão no dia 21de agosto no seminário do Ibaté queira pernoita no seminário (quantas recordações!), da sexta para o sábado e/ou do sábado para o domingo, deverá providenciar a reserva com o Sr. Romualdo ou com Sra. Miriam (tel.: (11) 425-2552, no horário das 17:00 às 20:00 horas. Lembramos que em caso afirmativo o interessado deve levar roupa de cama, banho, travesseiro e cobertor – não há café da manhã ou outra refeição – e o preço é de R$ 10,00 por pessoa por pernoite a confirmar. Maiores informações também no telefone acima. Existe também a opção para quem quiser ficar em hotel, como por exemplo: Roque Parque Hotel, Av. Antonino Dias Bastos, 318, Centro, Tel.: (011) 425-3121 ou Telefax: 425-3437.

 

 

TERCEIRA JORNADA ESPORTIVA

OKSANA, ESPOSA DO ROVIRSO APARECIDO BOLDO (1964-69)

 

Realizou-se, em 29 de maio pp, mais um encontro do nosso pessoal, desta feita, na ora do “Virsão”, em Itatiba, com direito a chopp (muita espuma), churrasquinho, salgadinhos, maionese, pão nosso de todo dia, bolo e docinhos (esses dois em razão da comemoração antecipada do aniversário da Ariádine, primogênita do Rovirso).

Evidentemente não pode faltar o futebol, que contou com a participação dos vestidos de dos descamisados; muito tombo e suor. O sábado estava maravilhosamente ensolarado e abençoado por Deus.

Do videoquê participaram todos os convidados, que, com suas vozes melodiosas, encantaram a natureza, embora assustando um pouco a fauna local.

O pessoal da rocinha itatibense agradece encarecidamente a presença dos amigos ibateanos e seus familiares, sua colaboração e animação, e renova o convite para mais uma jornada de confraternização esportiva no mesmo local, em data a ser combinada., de acordo com a disponibilidade de seus craques.

 

 

PRESENÇA DA IGREJA NO BRASIL – 1900/2000

 

Este é o título do 8º livro de Dom Amaury Castanho, bispo diocesano de Jundiaí/SP e jornalista.

Como se lê na “orelha” do livro:

“O autor mais que um relato de fatos faz um depoimento pessoal numa linha de  história interpretativa, diversa da que vem sendo feita pela comissão de Estudos da História da Igreja na América Latina, mais conhecida domo CELHILA. A referida organização vem fazendo uma releitura da História da Igreja no Novo Mundo e no Brasil, partindo da ‘ótica do oprimido”.

Além de ser encontrado nas livrarias das cidades de Jundiaí, Itu, Salto, Sorocaba e Campinas, o livro pode ser solicitado diretamente ao autor, por reembolso postal, no endereço: Av. D. Pedro I, 575, Anhangabaú, 13208-230, Jundiaí, ou pelo telefone (011) 7396-1516. O preço do exemplar de de R$35,00, incluídas das despesas postais.

 

PIRAPORA – Xº ENCONTRO DOS EX-ALUNOS

 

O Mário Galante avisa que no dia 18 de setembro de 1999 será realizado o Xº Encontro dos Ex-Alunos do Seminário de Pirapora. As adesões devem ser feitas com o Sr. Domingos Bottaro, através do telefone (011) 3865-1444, até o dia 12 de setembro de 1999. Contribuição mínima por pessoa: R$20,00 (vinte reais).

 

O AVESSO DA SAUDADE

LETTERIO SANTORO (1955-59)

O artigo do companheiro Roberto Delgado, na edição nº 25 do informativo ECHUS DO IBATÉ, me trouxe muita alegria. Não por ter citado meu nome ou frase minha, mas por ter compreendido meu pensamento. E compreendeu-o, segundo suas sóbrias palavras, porque sofreu como eu as conseqüências da educação maniqueísta recebida nos anos de colégio no Ibaté. Afinal, o Delgado foi um velho companheiro de turma, de quem me separei por longos anos, que tive o prazer de encontrar no terceiro encontro, e com que me orgulho agora de ter alguma identidade. Convenhamos que o melhor meio de nos conhecer na terceira idade não são os encontros, aquelas poucas horas de muitas emoções, mas nosso precioso ECHUS DO IBATÉ , que vai se tornando o nosso ponto de encontro. Aquele é bienal; este é mensal. Aquele é uma explosão; este é cavaqueira.

Acredito que o que o Delgado e eu calculadamente levantamos em nossas crônicas é o que eu denomino hoje o avesso da saudade. A saudade é evidente em todos nós, quando a cada dois anos nos encontramos naquela praça de São Roque e, em caravana, quase diria em procissão, subimos, com alegria juvenil, até a colina sagrada onde se ergue o que tempos atrás foi o Seminário Menor do Imaculado Coração de Maria. Por mais que visitemos, porém, aquele Santuário de nossa adolescência, não ficamos satisfeitos. E, por causa da saudade, ainda inventamos o ECHUS DO IBATÉ, e criamos outras oportunidades para ver-nos sempre juntos. Porque o Seminário, na verdade não é o prédio; somos nós. E nós somos frutos também de uma educação que eu, o Delgado e outros companheiros denominamos com propriedade de educação maniqueísta. Esta educação que, no colégio do Ibaté, nós aceitávamos como a única certa, nos anos de Filosofia ou nos campos do mundo nos trouxe muito sofrimento, porque nos obrigou a mudar, a relativizá-la. Foi então que percebemos que ela não era a única certa; que havia outro tipo de educação, mais voltada para a liberdade. Chego a me perguntar se existe algum companheiro que não tenha se interrogado sobre o tipo de educação a nós oferecido nos anos de colégio. A menos que nossa turma e as turmas mais próximas, por haverem vivido um tempo de profunda mudanças, tenham sido as privilegiadas a levantar essa questão que para as primeiras e as últimas não tem muito sentido: as primeiras, por terem vindo antes e nas últimas, depois da tempestade.

Estou fazendo uma leitura rápida, mas atenta do “Ecos de meu Diário” na tentativa de descobrir especificamente textos que falem de minha descoberta e de minha evolução. A descoberta de que a minha educação de adolescente não havia sido afinal a única certa; a evolução como conseqüência da descoberta. A descoberta foi registrada apenas no segundo semestre de 1961, Isto é, um ano e meio depois de deixar as plagas do Ibaté. Curiosamente coincidindo com a mudança de Reitor no Colegião de Aparecida, introdutor que foi, o então Padre Miele, de uma revolução no Seminário Maior. Meu primeiro ano de Filosofia foi ainda de fidelidade à educação anterior. A evolução que se seguiu em meu espírito consistiu em repudiar os aspectos exagerados ou errados da fase maniqueísta, e vibrar com as novas idéias de uma nova comunidade. Os registros dessa época, no entanto, vejo-os agora como uma aurora despontando no meio das trevas. Contra o medo e o pecado, um intenso desejo de viver a juventude.

 
O SABOÓ

RENATO ARTAMENDI (1958-59)

Todos os anos em novembro os seminaristas iam escalá-lo. Em 1959 resolveram os padres irmos em setembro para suportar menos calor. Mas não adiantou nada, embora tivesse chovido na véspera

Pelo menos não havia pó na estrada.

Além da cansativa caminhada (uns vinte quilômetros, ida e volta), haviam posto fogo no morro. Estava preto de carvão. Na escalada, os maiores puxavam os menores e auxiliavam os gordinhos. O espanhol Barjas deu o quê fazer para passar entre duas pedras. Permanecemos lá em cima umas duas horas: erigimos um novo cruzeiro, catamos o “Magnificat”, tiramos fotos e ouvimos a infalível meditação do Pe. Constantino.

Esfomeados, tomamos o caminho de volta, desta vez segurando os menores e os gordinhos a fim de não rolarem morro abaixo. Problema! O almoço estava lá apetitoso, porém as Irmãs haviam se esquecido de mandar talheres e açúcar para adoçar o café, que seria coado na hora. Eu dei uma de chinês e comi com uma lasca de bambu feita magistralmente pelo facão do Sr. Luís, administrador (?) da chácara do Seminário.

Na foto aparecem os padres Constantino, Vieira (agora bispo de Osasco) e João Bosco. Este à direita, de toalha no pescoço e apoiado no José Pontes e no Ricardo Paiva, é D. Décio Pereira, bispo de Santo André. Observe a cara dos dois sujas de carvão. Ficou todo mundo preto. Se vocês quiserem o nome de mais alguns, peçam.

 

ADEUS A UM AMIGO

PE. GETÚLIO VIEIRA (1958/59 – 1969/73)

 

No ECHUS  de maio último, número 31, o Paulo Oliveira Leite Gonçalves escreve sobe sua chegada ao Ibaté e cita “um velho e bom conhecido”: Monsenhor Luiz Gonzaga de Almeida. Foi o primeiro reitor de nosso Seminário. Já está na eternidade. Monsenhor Luiz foi também meu primeiro, inesquecível e bondoso reitor em Aparecida em 1955. Outros reitores passaram pelo Ibaté: todos já na morada final. Quero homenagear o último que lá reitorou e que há pouco nos precedeu na eternidade. Pe. Elídio Mantovani. Ele foi quem cerrou as portas da casa do Ibaté, em dezembro de 1973. Trabalhamos juntos por um memorável lustro: em 1969 com Mons. Constantino e Mons. Kulay. Em 1970 nos dois e de 1971 a 1973 também com Pe. Julian Sanches Hermida. Havia também os padres confessores e os professores e professoras que vinham de São Roque. Eu o conheci em 1958, quando de sua despedida do Brasil. Estava de partida para o Colégio Pio Brasileiro. Foi ali embaixo do sino, no pátio, menino franzino, parco em palavras, tímido. O reencontrei em 15/12/68, fotografando durante a missa de minha ordenação. Mal sabíamos que três quinzenas depois iniciaríamos trabalho como formadores. Do Ibaté nossa missão se estendia pastoralmente por três capelanias de religiosas e capelas ligadas às paróquias de Araçariguama e São Roque e ainda assistência e palestras no Cursilho, TIC, PLC, ECC e outras siglas mais ou menos conhecidas, mas que tinha por escopo colocar nosso forte e atuante laicado nos rumos do Vaticano II. O sol, o barro, a poeira, o nosso tão conhecido frio de inverno, nada impedia que todas as capelas fossem atendias regularmente e o povo fosse alimentado pelos sacramentos. Pois esse amigo... homem ungido e escolhido para o serviço do Evangelho, sacerdote que nunca abandonou a simplicidade do jundiaiense do Bairro da colônia, compenetrado na pregação e firme na doutrina, bondoso e alegre para com o povo... antecipou-se a nós e viajou ao encontro dos nossos antigos reitores. No esquife, levou junto sua estola dourada que o acompanhou em mil e uma celebrações. Sei que o espaço do ECHUS é pequeno, então completo contando duas realizações de seu reitorado, exemplo de sua sensibilidade, carinho e preocupação pelo bem estar dos alunos e pela justiça social dos ajudantes da casa.

Depois de 21 anos daqueles terríveis banhos gelados lá pelo zero grau, em 1970, com muita luta e incompreensão por parte do pessoal que geria as finanças da Arquidiocese na época, foram colocados dez chuveiros quentes para todos se beneficiarem e não reduzidísimo número de  privilegiados. E nessa mesma época foram indenizados e registrados todos os funcionários e funcionárias do Seminário, e assim eles puderam comprar seu imóvel e providenciar um futuro menos nublado após o término das atividades do Seminário. Quantos de vocês, leitores, não foram com ele buscar seu prontuário de notas? Foram 5 anos de profícuo trabalho deste que foi colega e professor de muitos. Já estou com saudades. Fará falta no próximo 21 de agosto. Responderemos “presente” pelo Elídio no ofertório da Eucaristia. Estive no seu velório na madrugada de 25 para 26 de maio. Sempre o admirei como cidadão, como padre e como sacerdote. Amigo em sentido pleno, foi irmão para meus irmãos, tio para meus sobrinhos, estimadíssimo pelos familiares Mantovani e parentes. Como reitor teve o desempenho de um pai. A direção da casa era compartilhada. Professor sério e profundo, culto e perspicaz e de cativante humildade. Poliglota, se sentia à vontade em seis idiomas. Os alunos o admiravam por sua sabedoria sem ostentação. Politizado. Os oito anos de Europa não o esfriaram no seu relacionamento com os familiares. Íamos amiúde a Jundiaí passar o dia com seus parentes. Percebia-se nele o amor pelo sacerdócio. Padre maiúsculo. Com certeza poderia ter um lugar no episcopado. Como pároco de Araçariguama jamais abandonou o rebanho. Também em Ibiúna, Vila Souza e Osasco. Orientador de movimentos da igreja e orientador pessoa de famílias inteiras. Agradeço ao Imaculado coração de Maria ter partilhado desta amizade. O seminário cumpriu o esperado: formou homens, formou cidadãos, formou cristãos, formou sacerdotes. O seminário está vazio. O padre Elídio foi para a eternidade. Lá nos reencontraremos. Bendito seja Deus Pai que nos reunirá no amor de Cristo na efusão do Espírito Santo.

 

FESTA DOS PAIS

ALFREDO BARBIERI (1949-53)

REDAÇÃO FEITA EM SALA DE AULA EM 05.09.1952  -  O seminário como soe acontecer todos os anos, levou a efeito dia 31 último, a festa dos Pais. Qual o escopo desta festa? Tem esta, por objetivo, primeiro homenagear sincera e calorosamente aos pais, nossos principais benfeitores, além disso é um preito afetuoso que o Seminário presta aos progenitores dos seminaristas. O Seminário com seus superiores e alunos encheu-se  de júbilo e prestou justa homenagem às famílias cristãs e piedosas e, sobretudo, às famílias de futuros sacerdotes do Altíssimo.

Por meio de uma sessão teatral, preparada com todo esmero, externaram os sentimentos de gratidão, de afeto e de carinho para com aqueles que não medem sacrifícios por nós. Àqueles que vivendo longe de seus filhos queridos, sentem-se consolados e jubilosos por terem dado a Jesus, a pérola mais preciosa que têm: o filho querido.

Nesta solenidade fizeram-se ouvir a voz alertante e paternal do Pe. Reitor, os cânticos festivos dos seminaristas. Foi apresentado o sensacional drama: “Os dois Sargentos”, além de vibrante número da novel orquestra. E, assim, foi que entre alegrias e sorrisos prestou o Seminário justas homenagens aos lídimos representantes das famílias cristãs: os pais dos seminaristas.

 

 

POESIA

 

AVANTE GREMISTAS

ALFREDO BARBIERI (1949-53)

(RECITADA EM 31/5/51 NA SESSÃO SOLENE DA

CONSAGRAÇÃO DO GRÊMIO A NOSSA SENHORA)

 

Ó gremistas de pé, eia, avante

É o Papa que pede e concita

Aprendei a doutrina elevante

Da palavra, da ação da escrita.

 

Aprendei, ó gremistas as letras

No materno regaço marial

Seja Ela a soberana das mestras

que vos leva ao sublime ideal.

 

E mais tarde na sacra tribuna

A Jesus levareis corações

Se souberdes em hora oportuna

Aprender do bom grêmio as lições.

 

Tendo o Papa por pai e por guia

Vós gremistas que mais temereis?

Pois da Igreja ele é o santo vigia

Pela qual sem temor lutareis.

 

Já que agora no peito trazeis

Os brasões pelos quais lutareis

Sede fiéis e viris, ó gremistas

No futuro são vossas as conquistas.

 

Entregastes o grêmio a Maria

Em oferta suave de amor

Guia, ó Virgem com santa harmonia

Este grêmio nas sendas do amor.

 

 

 

MEU SEMINÁRIO

ALFREDO BARBIERI (1949/53), EM 1952

 

Meu Seminário formoso

Todo belo encantador

Assentado na colina

Tem belezas e esplendor

Nele pousa a Mão Divina

De Jesus o Pai bondoso.

 

Meu Seminário querido

Tem por Mãe a virgem Pia

Aquela Mãe carinhosa

Que de noite, que de dia

Estende sua mão bondosa

Como ao filho destemido.

 

Meu Seminário mimoso/

Que és jardim de vocação

Para ti volta-se a Igreja

Volta a pátria, o bom cristão

Pois a messe que loureja

Quer de ti padres zelosos.

 

Meu Seminário tem mestres

Que quais bons anjos custódios

Velam com carinho e amor

E se sentem radiosos

De servir Nosso Senhor

E formar futuros padres.

 

Meu Seminário tem paz

Tem amor, fraternidade

E um céu antecipado

Vive em santa caridade

Ali não se é dissipado

gozando a paz que deus traz.

 

Meu Seminário formoso

Todo belo e encantador

Assentado na colina

Tem belezas e esplendor

Nele pousa a Mão Divina

De Jesus o Pai Bondoso.

 

COLEGAS LOCALIZADOS  -  BENVINDOS !!!

 

O Antônio da Aparecida Simões Cucio informa que localizou os seguintes colegas

 

·        FERNANDO DOS SANTOS COSTA (1955-57)

·        GEFERSON PARRA ANDRADE (1970/73)

·        HERMINDO LÁZARO BRIDE (1949)

·        JOSÉ ADÉRITO DE MIRANDA AZEVEDO (1962-63)

·        JOSÉ ÁRIAS (1959)

·        JOSÉ AUGUSTO BELTRAMES DE MATOS (1963)

·        JOSÉ GERALDO LICHERI (1951-52)

·        JOSÉ MARIA GARCIA GERMANO (1950-55)

·        LUIZ ANTÔNIO CALLEGARO (1962-63)

·        LUIZ HENRIQUE FERNANDES BERALDO (1953-54)

·        MAGNO LEVI DE ASIS GUERRA (1955-56)

·        MARCO FLÓRIO NETO (1969)

·        MÁRIO DE JESUS NASCIMENTO (1966)

·        MAURO ANTÔNIO GRIGGIO (1959-62)

·        MAURO GABRIELLI (1951)

·        MOISÉS SOARES DE MELO FILHO (1962)

·        ORLANDO DENDI DI RISIO (1951)

·        OSWALDO BUZZO (1961-62)

·        PAULO RICARDO VOLPE (1971)

·        RAIMUNDO OTÁVIO JOAÇABA (1953-54)

·        RENATO DE OLIVEIRA GABRIEL (1970-73)

·        RENATO JOSÉ STELZER (1954)

·        ROBERTO OLÍMPIO ABREU (1968)

·        ROCHAEL DE SOUZA CAMPOS (1961-62)

·        RONALDO SANTOS PRIMAVERA (1971-72)

·        RUI CESAR DE ASSIS GUERRA (1961-62)

·        RUY CELSO DE ALMEIDA PRADO MARCHESAN (1959)

·        VILSON FABRIS (1959)

·        VITOR TADEU DA ROCHA (1962-64)

·        ZEFERINO BATISTA LUZ (1962-63)

 

 

NOSSA CORRESPONDÊNCIA

 

ANTÔNIO PAULO DA COSTA CARVALHO

Caro Justo, estou na França, numa cidade ao lado de Geneve, Suiça. Tudo bem com você e a família?  Gostaria de aproveitar o anseio para solicitar ao colega que envie as correspondências do Echus do Ibaté ... para a rua... O encontro do 50o. aniversário será em S.roque?  Favor avisar-me. Estou fazendo um curso na Universidade de Geneve, mas espero estar em SP no dia 20 de agosto de 99. Um grande abraço.

PAULO ACÁCIO MARTINS

Prezados Cosso e Mosca. Iremos, em ônibus, no mínimo 19 pessoas, que dormirão aí do dia 21 para 22.Em resumo: José Moreira, Paulo Acácio, Hermes, Mário Angelini, Altair Botelho, Emil Vom Pinho, Heleno Célio Soares, Olímpio S.Aranha, Tiago Alexandrino, João Diniz, Altair (ex-aluno de Santos Dumont) a convite, com respectivos acompanhantes. O motorista também vai dormir. Qualquer dúvida, telefonaremos a vocês ... Saudações.

ANTÔNIO WENCESLAU ALVAREZ ALVARADO

José Justo, Recebi alguns números de Echus do Ibaté. Gracias. La verdad es que todo lo relacionado com S.Roque me causaba más que um torrente una verdadera catarata de sentimentos encontrados que no me permitian manifestyarme. La muerte de Efori y la de Hamilton, ya no Central, que enpecé a sentirme bien al recordar a S.Roque. Cuando me llegó el Echus por primera vez, creo que fue el n. 18, de S.Roque unicamente quedaba un lejano recuerdo: J.Amadi, Barelli, Zé Maria ... Cuando lei que o “sexagenário Quinzinho” habia marcado um gol, pense que se trataba de outro Quinzinho, pero ao verme, comrendí que podia ser el mesmo Quinzinho que em 1956 estaba em S.Roque com aquello de “... omne ornamentum saeculi...” El dia 21 de Agosto, desde lejos, acompañaré a todos los que se reúnan em S.Roque. Zé Justo para você e a turma toda de São Roque, aquele abraço.

AMAURY CASTANHO, D. (Bispo da diocese de Jundiaí)

Carta cumprimentando-nos pelos vários atos comemorativos – 50o. aniversário do Seminário e Reencontro – prometendo-nos dar notícia dos mesmos no periódio diocesano “O VERBO”

Echus agradece.

FRANCISCO CLÉVERTON R. MARQUES

Sugerindo modificação no formato do FLUXO FINANCEIRO e alertando-nos para a incorreção da “demonstração do saldo” do Informativo n. 31. 

Echus agradece a colaboração e informa que procedeu à devida correção no Informativo n. 32.

MÁRIO ALVES GALANTE

Primeiramente quero agradecer-lhe a gentileza da remessa mensal a mim do Echus do Ibaté, ocorrido  pela sua graça e nímia gentileza, o que tem acontecido já por alguns meses e que muito metem alegrado.

Embora Ex-aluno do Seminário de Pirapora, lendo-o, vejo quão semelhante eram as vidas dos dois Seminários.

Lendo-o, como me espelho também nos fatos ocorridos no Ibaté, como são iguais. Parecem que estão na mesma casa.

Para conhecimento, estou lhe enviando o convite do Xo. Encontro dos Ex-0alunos do Seminário de Pirapora, para avisar o pessoal do Ibaté.

Para ir a essa reunião – pois todos serão bem vindos – é só ler o convite e seguir as informações lá escritas.

Se quiser mais contato sobre o assunto, o responsável pela organização é o JURANDIR AMADI e o BOTTARO, cujo telefone está na folha convite.

Para um possível congraçamento e conhecimento, enviei ao Jurandir Amadi o último jornalzinho Echus do Ibaté n. 31 de Maio-99, assim começarão a ter contato e conhecimento com o Ibaté. Nossas Saudações do Confrade Mário A. Galante.

JOSÉ GERALDO LICHERI

Foi com muita alegria e satisfação que na noite de Sábado, o telefone tocou e minha esposa atendeu. E tinha uma pessoa que se identificou como Simões e queria falar comigo.

Por alguns instantes, procurei lembrar quem era Simões (pensei: será cobrança, mas de Sábado?!?)

Atendi e, para minha surpresa, se identificou com ex-seminarista de São Roque. Conversamos por algum tempo e perguntei qual a finalidade da minha procura após tantos anos e como foi possível me localizar.

O Simões explicou o motivo de falar comigo e disse das reuniões que os ex-ibateanos fazem, convidando-me para comparecer no Terraço Itália, para maiores detalhes.

Fiquei realmente contente; nunca esperava, após tantos anos, ser descoberto e, confesso, nunca imaginava da existência de tal reunião.

Compareci. Fiquei conhecendo alguns e não acreditei que fosse encontrar o Barbieri, que, naquela noite, era o único de minha época.

Passamos algumas horas agradáveis e vou participar quando possível e Deus permitir às reuniões.

No Informativo n.30, de Abril-99, tem uma foto dos Padres do Seminário de São Roque. Gostaria, se possível, dar os nomes dos mesmo,s porque foram os Padres de minha época e tenho a impressão que o alto e magro é o Padre Constantino (erguia a batina e caia no jogo de futebol). Os demais, não me recordo. No aguardo de uma resposta, o meu muito obrigado.

GETÚLIO VIEIRA, MONS. (1958-59 – 1969-1973)

Amigos, Paz e Saúde. Três coisas: tenho fotos de nosso tempo de Seminário, nem sempre boas. Xeroquei algumas. Não saíram lá aquelas coisas. Não sei se servirão. Para recordar o nosso aprendizado na arte da oratória, envio alguma coisa do “Livro de Ouro”  do querido “Grêmio Literário Pio XII”.  Que bom rever aquela letrinha característica do Mons. João Bueno Gonçalves e antigas assinaturas de tantos:  Envio algo sobre o Pe. Elídio. Abraços.

Echus esclarece:  não é possível reprodução a partir de cópias xerox das fotos e Livro de Ouro. É necessário enviar os originais ou cópias digitais (“escaneadas” em disquete).

GERALDO MENDES XAVIER

Prezados Colegas, ... muito obrigado pelos boletins – revistas – Echus do Ibaté.  Fiquei sensibilizado pelas matérias dos informativos e principalmenbte pela lembrança que tiveram de mim. Achei formidável. Admiro o terabalho de vocês e dou-lhes parabéns.

Tenho intenção de ir ao Encontro de 22 de agosto próximo em São Roque. Deve ser um congraçamento muito salutar e fraterno.  Um abraço.

Echus esclarece: Atenção, a festa do Reencontro e Cinqüentenário será no dia 21 de agosto e não 22.

PASQUALE GERARDO

Amigos, gostaria muitíssimo de participar do  IV Encontro. No entanto, bem nessa data, estarei participando de um retiro em preparação à minha ordenação ao Diaconato Permanente, que deverá acontecer no próximo dia 4 de Setembro. Oportunamente lhes enviarei o convite para que venham participaar da liturgia e agradecer comigo a graça recebida. Estou anexando também um comprovante de minha contribuição espontânea. Um forte abraço a todos, na paz de Cristo!

BENEDITO QUINTINO CHIACHJERINI

Caros amigos, foi um imenso prazer entrar em contato com vocês novamente. Infelizmente não poderei participar do IV Encontro, mas fica para o próximo. Estarei colaborando no que for possível, lembrando de algum fato ou episódio. Escreverei para os amigos. Queria agradecer ao amigo Roberto Mecélis (59-60) pela afoto publicada no Echus n. 24. Abraços.

JOSÉ ANTÔNIO GALVÃO ROSA

Agradeço sua sempre gentil atenção. Espero que tudo dê certo e possa, no dia 21 de agosto de 99, estar aí com vocês todos. Muita coisa para conversar, agradecer e aplaudir. São muitas as saudades. Enfim, vão minhas desculpas por somente agora me manifestar. Valeu sua insistência. Obrigado, um forte abraço.

JOSÉ ANTÔNIO GALVÃO (e-mail)

Hoje, enfim, criei vergonha. Peço-te mil desculpas. Faz já bastante tempo que estou para te dar um alô, pelo menos; mas agora descobri a maneira fácil (sou iniciante nesta área). Tenho recebido todos e lido com muito carinho o Echus do Ibaté. Sinto muitas saudades. As recordações são inúmeras e agora, principalmente, vendo através desta maravilha que é a Internet, quantas coisas formidáveis que a turma tem feito. Estou buscando meus guardados e brevemente quero te enviar algumas notícias mais. Acordei. Um grande abraço.

MAGNO LEVI DE ASSIS GUERRA

Caros amigos, estou disponibilizando para contato e para divulgação em seu site o email de minha filha ...

LUIZ DAVID CARLESSI

Colegas do Ibaté, receber o recado de que um tal de “Simões” de São Roque estava me procurando, me deixou confuso num primeiro momento. Quando minha esposa me perguntou se eu sabia de que se tratava, meus neurônios começaram a fazer as conexões com o passado e eu respondi que “Sim, eu sei de que se trata”.  Retornei a ligação, no fim da tarde, mas o telefone tocou, tocou e ninguém atendeu. Pensei: “Deixa pra lá, se ele quer mesmo falar comigo, ele liga de novo”.   Fui para a casa dos meus pais e, lá pelas dez da noite, toca o telefone.Era o tal de Simões.  Como eu já desconfiava de alguma coisa, a ligação me pareceu um pouco estranha apenas nos primeiros 30 segundos. E, para minha surpresa, fiquei sabendo que há um movimento de se recontatar as pessoas que estudaram no Ibaté.

Conversando com o Simões, eu me lembrei, muito vagamente, de algumas pessoas: Heleno, Cirênio e Miguel (irmãos), Jorge Matos (que era meu vizinho), Cláudio coelho de Lima, com quem fiz uma boa amizade, Sávio, sobrinho do reitor e ... quase mais ninguém.

O Simões me convidou para um encontro no Edifício Itália, ao qual não pude comparecer, mas ainda vou. Hoje, ao chegar em casa no final da tarde, encontro um envelope endereçado a mim e, quando olho no remetente, lá está alguém que eu não conheço.  Ao abri-lo, qual não foi minha surpresa ao ver diversos números do Echus.

Bem, aí começaram a voltar uma série de lembranças que continuam voltando, enquanto escrevo esta mensagem. Lembranças sobre colegas, jogos, aulas, horários de estudo, trabalhos de granja, professores, dias de visita, passeios e muitas outras coisas.

É muito gostoso fazer esta ligação com o passado. Passado este que já está mais longe, uma vez que quando estive no seminário eu tinha 13 anos, e hoje eu tenho 44.

Mas não foi só do Ibaté que me lembrei. Lendo os textos, encontrei referências ao “Seminarinho”, isto é, Seminário Preparatório da Cúria Metropolitana de São Paulo, cujo reitor era o Mons. João Pavésio. Deste seminário, também me lembro de muita coisa. Emocionante.

Há quatro ou cinco anos aterás, eu estava em São roque e, antes de iniciar um curso lá no Hotel Alpino, tive uma tarde livre. Aproveitei esta tarde para ir até o Ibaté. Estava vazio, silencioso, sem absolutamente ninguém. Andei pelo pátio, pelos corredores externos e, como não poderia deixar de ser, minha mente me trouxe à tona uma série de imagens. Foi muito bom.

Escrever esta mensagem para vocês me traz muita emoção. Acreditem.

Quero estar no aniversário de 50 anos. Estarei enviando minha inscrição. Rever esses colegas de muito tempo atrás será uma grande emoção.  Um grande abraço (Se possível, gostaria de receber o endereço do Cláudio Coelho de Lima).

ANDRÉ VINÍCIUS BUZZO

Amigos, fantástico ter sido redescoberto há poucos dias pelo colega Simões. Recebi alguns exemplares do Echus e me deliciei com as fotos, poesias, diários, enfim, tudo!  O Mosca me avisou na correspondência que acompanhou os Echus, que a maior parte está com a edição esgotada. No entanto, eu faço questão, mesmo via xerox, de receber todos os números; pagarei por isto, mas insisto, fiquei e estou entusiasmadíssimo, pela ousadia e  excelente idéia desses ex-alunos que tiveram a feliz idéia de contatar todos que passaram por aquele Seminário. Estarei na confraternização próximo dia 21.08. Meu cheque já seguiu via Correio. Um big abraço para todos, especialmente ao meu estimado ex-coleta de BB José Justo. Voltarei breve e, por ora, força e saúde a todos.

 

 

agradecemos  a colaboração do nosso colega

NORIVAL LUPETTI

pelo fornecimento de todo o material de higiene e limpeza que será usado no seminário durante a festa do cinqüentenário.

 

 

EXPEDIENTE

Equipe de Coordenação -  Mosca, Almeida, Attílio, Márcio, Correa, Jones, Simões

Colaboradores -  Barbieri, Letterio, Simões, Galante, Oksana (esposa do Rovirso), Mons. Artamendi, Pe, Getúlio

Página de fotos: Jones, Simões, Márcio e Almeida.

Artigos e colaborações, enviar para:

ECHUS DO IBATË

Cx Postal 71509

05021-990 São Paulo(SP)

OBS. SE POSSÍVEL, ENVIAR MATERIAL EM DISQUETE (TEXTO EM WORD E FOTOS EM FORMATO JPG)

Responsabilidade: os artigos assinados são de inteira responsabilidade dos autores, não expressando necessariamente a opinião da equipe de coordenação

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