ECHUS DO IBATÉ
INFORMATIVO DOS EX-ALUNOS DO SEMINÁRIO DO IBATÉ – S.Roque-SP
EDIÇÃO INTERNET
Nosso VI ENCONTRO está chegando
dia 23 de Agosto nossa festa!
“Da Amizade, da Dimensão Divina de nossa vida com seus Valores Humanos, brotam a Gratidão e a Esperança que nos enchem de Alegria na caminhada de cada um de nós”.
Amigos, em poucos dias estaremos à sombra do nosso Seminário do Ibaté, unidos num só coração e numa só alma, para celebrar a alegria, matar a saudade e elevar hino de gratidão ao Deus da nossa juventude, sob as bênçãos e o olhar da Mãe Imaculada. Nosso Echus do Ibaté é o ato de convocação para o dia 23 de agosto. Será um dia inesquecível. VINDE E VEDE. Esperamos Você lá.
Aos colegas que, por qualquer motivo, não se reunirem com os demais no LARGO DOS MENDES, em São Roque, para seguirem em caravana até o Seminário, orientamos como chegar ao Seminário:
1. Vindo pela Rodovia Castelo Branco, na saída Km 54 B, pegar o acesso de ligação para São Roque – altura do km 8 entrar a esquerda- estrada de terra – existe uma placa com os seguintes dizeres: CASA DE RETIRO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA – Ibaté. Seguir a indicação desta placa até chegar ao Seminário
2. Vindo pela Rodovia Raposo Tavares, chegar em São Roque, seguir para o acesso a Rodovia Castelo Branco e na altura do km 2 , entrar a direita – estrada de terra – local onde se encontra a placa acima identificada.
WALTER BARELLI (51/56)
Esta era uma das expressões dos nossos exercícios de Latim. Era também um lema, certamente dos estóicos, que a formação rígida de São Roque buscava imprimir naqueles meninos e moços. Essa era uma proposta para a vida. Afinal, o sacerdócio imporia muitas privações e nada como se preparar para elas. As lições eram diárias, em todos os campos. Na certeza de que “homem não chora”, não havia espaço para saudade dos familiares, para lágrimas quando perdíamos no esporte, para revoltas quando o boletim vinha com notas vermelhas....Vencer desafios era a regra da disciplina. E os havia de maneira variada. Um era para os fortes e trazia a alegria da conquista: escalar o Saboó! Sempre que olhávamos a paisagem, sobressaia a imponência da montanha. Um dia teríamos de chegar ao topo. Era um dia inteiro de passeio. Caminhávamos até o sopé do morro. Lembro que matávamos a sede chupando laranjas. Em seguida, o esforço para ver quem chegava primeiro lá em cima. Descanso. Confraternização dos vitoriosos, contemplação da magnífica vista. Graças a Deus (Benedicamus Domino). A descida fácil. O lanche, algumas vezes “virado paulista”, e a volta dos conquistadores. Exaustão, se existia, ninguém percebia.
No dia 27 de maio, um grupo de vinte sete (21 seminaristas e 6 familiares) refizemos essa história. O mais novo, o José Édson, tem 44 anos. Ele não era nascido quando eu fiz a penúltima escalada do Saboó. Nesse dia, ambos galgamos o mesmo objetivo. Os anos não foram empecilho. Mais velho do que eu, o Perereca, o Fierro, o Attilio e os mais moços!!!. Mostramos nosso valor, nossa força e reconquistamos o Saboó e a belíssima visão que as alturas nos proporcionam. No alto, rezamos, cantamos, tiramos fotos. Todos felizes, mais perto de Deus.
Descer foi outra peripécia. O Wilson improvisou uma bengala com um galho de árvore. No pedaço mais difícil, ele me cedeu sua “bengala”, e chegamos bonito ao rés do chão.Vitoriosos, exultantes, cada um podia dizer como Julio César: “Veni, vidi, vici”. Continuamos superando desafios. Se era essa uma das lições do Seminário, nosso grupo pode afirmar que é o que tem feito, não só buscando as alturas do Saboó, mas os astros e as estrelas em nossa caminhada desde a adolescência.
Acredite se quiser, mas foram:
· Antonio Carlos Correa (64/67)
· Antonio Pereira Soares (69/72)
· Antonio Orsari (56/61)
· Attilio Brunacci (49/55)
· Domingos Sávio Amstalden (64/69)
· Eduardo Santiago (Manga) (71/73)
· Francisco Fierro (49/53)
· Jair Francisco dos Santos (70/73)
· João Bosco Amstaldem (61/64)
· José Edson Pereira da Silva (71)
· José Maria Garcia Germano (50/55)
· José Novaes (58/60)
· Lourenço Medeiros Fernandes (Perereca) (49)
· Luiz Guimarães Fortes Neto (61/64)
· Manoel Higino Ferreira (59/60)
· Marcio Pereira da Silva (67/70)
· Roberto Delgado da Silva (57/59)
· Rocco Antonio Evangelista (59/63)
· Rogério Guimarães Fortes (69/71)
· Rovirso Aparecido Boldo (64/69)
· Walter Barelli (51/56)
· Wilson Mosca (55/57).
E AINDA ALGUNS FAMILIARES:
· Bruno Ferreira Gusson (neto do Manuel Higino)
· Edílson Aráujo Ferreira (filho do José Edson)
· Igor Ribeiro Fortes (filho do Luiz Guimarães)
· Lucimara Nogueira Flor (esposa do Jair),
· Márcia Germano (filha do José Maria Germano)
· Otávio Augusto da Silva Orsari (filho do Orsari)
· Lurdinha (esposa do Barelli)
· Cecília (filha do Sávio).
O SALMO 129
PAULO FRANCISCO TOSCHI(49/53)
Tudo Muda neste mundo. No tempo que estudávamos em São Roque, por exemplo, - (e eu sempre me refiro aos primeiros tempos, os da inauguração daquele seminário, época em que lá estive) – a liturgia era bem diferente da atual. O posicionamento do celebrante diante do altar, os paramentos, a linguagem utilizada, tais aspectos da missa eram outros. Contudo, o significado dessa celebração permaneceu o mesmo. O essencial, aquilo que realmente importa, não se alterou.O próprio seminário mudou. Hoje, com a oportunidade que temos de conviver com os colegas que freqüentaram os últimos anos de existência daquela casa de formação de sacerdotes, ficamos sabendo de muitas coisas bem diferentes daquilo que acontecia nos primórdios. Os fundadores da casa do Ibaté, por exemplo, estavam habituados a se vestir de forma muita conservadora, sempre de terno, mesmo sendo aquele horrível uniforme amarelo, do qual não se despiam nem para fazer ginástica sueca, sob o comando do enfermeiro Edgar. Já os que levaram a chave de São Roque para a casa da Penha nos contaram que havia um certo desleixo, a indumentária não era rigorosa, os alunos permaneciam de chinelos tipo havaiana, e os costumes não eram rígidos, como no início. Já havia notícias mais freqüentes de algumas ocorrências permissivas, coisas que, nos primeiros tempos, eram praticamente inexistentes, e imediata e drasticamente coibidas, se surgissem. Aliás, é profundamente lamentável constar, hoje em dia, como tais fatos e procedimentos têm sido corriqueiros no âmago do clero atual. Em Nosso tempo, a conduta moral era de extremo rigor. Não é de admirar, portanto, que colegas daquela época, que não se mostram atingidos, sequer bafejados pelas liberdades dos tempos modernos, revelem-se tão ofendidos diante de pequenos gracejos, inofensivos, aceitos pela grande maioria com alguma naturalidade ou sem importância.
Um exemplo de mudança que me ocorre, havida ainda naqueles anos, foi a tradução do Salmo 129. Dentre o “Cântico das Peregrinações”, que se estende do Salmo 119 ao 133 (120 a 134 nos livros dos hebreus), destaca-se o 129 (130 para os hebreus), que fala de Penitência e Esperança, o “De Profundis”, de todos nós muito conhecido, desde a infância, pois era repetido nas cerimônias fúnebres (missas e encomendações), de que participávamos, antes de entrar no seminário, como coroinhas.
Em 1949, aprendemos a rezar: A CUSTODIA MATUTINA USQUE AD NOCTEM, EXPECTET ISRAEL IN DOMINO. Dois anos depois, nosso professor nos ensinou que a tradução do Salmo 129 havia mudado: MAGIS QUAN CUSTODES AURORAM, EXPECTET ISRAEL IN DOMINO. Mas o significado do versículo 7, a perseverança, a esperança, não se alterou. Assim também o nosso seminário. Mudaram coisas secundárias, de menor importância, contudo, o essencial, a amizade que nos une, jamais perecerá.
E, neste instante de recordação, ao meditar sobre esta verdade profunda, eu gostaria de evocar a figura de um de nossos companheiros, amigo do primeiro minuto, fundador como eu daquela casa. Refiro-me ao JOSÉ LUI, figura respeitabilíssima, companheiro de convicções profundas, que apesar de afastado há muito tempo do ministério sacerdotal, freqüentemente repete, o que significa que disto não se esqueceu, que ele continua sendo um ungido do Senhor. E o Lui tem sempre uma maneira jocosa de dizer as coisas, curiosa sim, nunca ofensiva, lembrando que, quando estiver para morrer, o padre, ao lhe dar a extrema-unção (que também mudou nas aparências, e hoje chama-se unção dos enfermos), terá que passar os santos óleos na outra face de suas mãos, pois elas já foram ungidas, quando se ordenou. É exatamente assim que eu sempre o vejo e respeito. Desde menino, o Lui sempre gostou de frases picantes, mas, quando a coisa é séria, a sua reflexão e o seu ensinamento são profundos. Merece toda a nossa consideração e toda nossa admiração.
Só não sei onde ele encontrou uma nova versão para algum dos versículos do Salmo 129. Pelo que eu saiba, ainda permanece a versão do tempo em que as freiras usavam aqueles chapelões horríveis, mais deselegantes que nossos uniformes amarelos.
O COLEGA Antônio da Aparecida Simões Cucio (67-68) informa que localizou os seguintes colegas:
· JOSÉ ROBERTO CARNEIRO – 66-68
· VICENTE PAULO ROMÃO – 66-67
· WAGNER MARCELINO – 1966
· ROSMAR ZOLA MATHIAS – 1966, FALECIDO EM 17.09.2001
ATTILIO BRUNACCI (49/55)
Nota: Dedico esta poesia (poesia?) a todos os colegas do Seminário do Ibaté que (ainda) praticam esportes radicais.
Esta noite eu tive um sonho,
Foi incrível, vejam só
Sonhei qu’estava tristonho
Saudoso do Saboó
Eu fiquei, então, pensando
(apesar dos “qui-pro-quo”
da velhice já chegando)
Vou subir no Saboó
Sempre ouço com prazer
Chitãozinho e Xororó.
Mas ainda tô pra ver
Coisa igual ao Saboó
Quem me dera se um dia
Eu tiver que viver só,
muito longe da Luzia,
Vou morar no Saboó
Viva a terceira idade,
Festival de mocotó!
Relembrando a mocidade,
Subimos o Saboó.
Os “meninos” do Ibaté,
Suando de fazer dó,
Rezaram com muita fé
No topo do Saboó.
Saboó convida à prece;
Saboó leva ao divino.
Saboó, jamais se esquece.
Viva o padre Constantino!
Subida ao Saboó: o registro do Fierro
Echus do Ibaté transcreve o registro do amigo ibateano, Francisco Fierro (1949-53), no álbum de fotos feito na ocasião:
O DESAFIO DO SANTO, SABOÓ, VENCIDO!
DIA 17 DE MAIO DE 2003, MARCO INESQUECÍVEL E EMOCIONANTE DE UMA RECORDAÇÃO!
DO ALTO DESSA COLINA-MONTE, PARVA VEGETAÇÃO, A LEMBRANÇA DE NOSSA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA, DEUS PERMITIU QUE REVIVÊSSEMOS JUNTOS, RECORDANDO QUARENTA OU MAIS DE CINQÜENTA ANOS DE NOSSA VIDA” !
GRATIA EGO, TIBI DOMINE.
Aos latinistas
1 - Respondendo ao desafio de Echus, o colega Heleno Célio Soares (57/59) – nos enviou o seguinte:
Prezados amigos: atendendo a solicitação do ECHUS DO IBATÉ de maio/junho de 2003, envio-lhes a tradução do texto:
“SUB UMBRA CRUCIS ARMORUM FOEDUS ET GENERUM CONJUNCTIO FACTA ATQUE EJUS AUSPICIIS BRASILICUS POPULUS COLLIGATE CREVIT”.
“A ALIANÇA DAS ARMAS E A UNIÃO DAS RAÇAS FORAM FEITAS SOB A SOMBRA DA CRUZ E POR SUA (PRÓPRIA) VONTADE O POVO BRASILEIRO PROGREDIU UNIDAMENTE”.
2 - Echus desafia novamente: Qual é a tradução literal e vulgar de:
PARVA DOMUS, MAGNA QUIES
E.T. : VOCÊ LEMBRA ONDE ESTAVA ESCRITA TAL FRASE?
CASO EDIFICANTE
JOSÉ LUI (1949-56)
MUNDO GLOBALIZADO
Depois de ser perseguido durante um bom tempo por um gato, o rato esconde-se em uma toca e fica ali durante horas. Até que, ao ouvir os latidos do cachorro, achou que o gato tivesse ido embora e saiu para passear. Contudo, assim que enfiou a cabeça para fora, foi pego pelas garras do gato.
- Você imita latidos? Perguntou assustado.
- Meu amigo, disse o gato, nesse mundo globalizado, quem não fala duas línguas morre de fome!
Quim, desculpe-nos
O Quinzinho. (Dr. Joaquim Benedito de Oliveira – 1950-56) também colaborou com a rifa. Lamentavelmente no Echus n. 67 nos esquecemos de relacionar o nosso querido amigo na lista dos colaboradores. Fica o registro de nosso pedido de desculpas ao Quinzinho.
Na casa do Pai
Nosso colega Rodolpho Dufner Júnior 1951-54, nos enviou a seguinte notícia:
É com tristeza que venho comunicar-lhes sobre o falecimento de meu irmão
· RUBENS DUFNER
Aluno do Ibaté em 1953-54. A causa da morte foi infarto, ocorrido em 04.05.2003
Correspondências e e-mails recebidos
· PAULO FRANCISCO TOSCHI 1949/53 – É com tristeza que vejo a página da Turma do Ibaté ir envelhecendo, dia-após-dia, sem que ninguém, nenhum dos colegas, nenhum de seus filhos, tenha a coragem de dar-lhe novo sopro de vida. Mesmo antes de ser remodelada, de se adaptar aos recursos atuais disponíveis para a confecção de páginas na web, é imperioso que os endereços nela contidos sejam atualizados e que nosso jornal mensal seja nela publicado. Com um pouco mais de generosidade, será possível que haja um livro de visitas para os colegas deixarem as suas impressões, que haja uma abertura para comunicados importantes, de interesse de todos, que as inscrições para eventos possam nela ser feitas, para os formulários para pagamento possam ser nela obtidos, que os mapas dos locais de eventos sejam nela publicados, etc. Estamos espalhados pelo Brasil. Muitos gostariam de estar mais próximos. E poderiam efetivamente estar, se nossa pagina na web fosse modernizada. Até os colegas do exterior far-se-iam próximos, com seus comentários, suas observações. Será que não temos um jovem de boa vontade, já que os veteranos que entendem de web não tem mais coragem de fazer algo de bom pela nossa comunidade? Está aí um desafio: você colega, que mora tão longe, talvez até no exterior, pode perfeitamente ser o editor da nossa página na web e prestar um serviço de sumo valor para todos nós. Candidate-se.
· ARIÁDINE BOLDO, filha de Rovirso Aparecido Boldo 1964-69 – 09.05.2006 – Olá!!! Meu nome é Ariádine, tenho 19 anos, e há alguns tempo venho participando de reuniões, encontros de ex-seminaristas de São Roque. Acompanho, também, os jornais informativos ECHUS DO IBATÉ, os quais aprecio muito. Tanto o faço, que resolvi me intrometer um pouquinho neste círculo raro e um tanto quanto invejável de amizades, do qual o meu pai orgulhosamente faz parte, para dar uma mera sugestão: por quê vocês não disponibilizam a matéria mensal também na Internet? Afinal de contas, nada como unir a experiência do passar dos anos à utilidade dos recursos modernos. Um forte abraço e obrigado pela atenção. ECHUS RESPONDE: Ariádine, agradecemos seu interesse. Já possuímos um site www.geocities.com/mpacoca ou www.geocities.com/athens/delphi/8915 que infelizmente está completamente desatualizado por não termos ninguém que o administre, conforme pode se perceber pelo e-mail do Paulo Toschi reproduzido acima. Quem sabe você não poderia ser, juntamente com seus colegas, candidata à editora de nossa página na web, atendendo a solicitação do Paulo?
· FRANCISCO DE ASSIS SIQUEIRA CAMARGO 1960-62 – Caros Ibateanos, em referência a PHOTO ANTIQUA do ECHUS DO IBATÉ ano11 nº 67 maio/junho-2003 - Turma de 1960. O segundo, da esquerda para direita, agachado, com o sorriso feliz no rosto, sou eu.Todos me conheciam no Seminário como Assis. Fiquei emocionado com a foto, pois não tenho foto alguma daquela época.
· JOSÉ ROBERTO CARNEIRO 1966-68 – Caro amigo Simões, foi bom o reencontro com a turma do Ibaté. Ontem tive uma surpresa agradável: recebi uma ligação do Vicente Paulo Romão, que também estudou em São Roque, lá de Presidente Epitácio. Falei do encontro em agosto lá em São Roque. Ele vai ver a possibilidade de estar presente. Um grande abraço.
· JOSÉ ROBERTO CARNEIRO 1966-68 – Caro amigo Simões, recebi os informativos enviados, inclusive o de maio/junho. Ainda não cansei de os ler. Sábado não sei se será possível ir até o Saboó! Este mês, no dia 27, será o aniversário do nosso colega recentemente localizado, o Vicente Paulo Romão (entre tantos outros colegas também). Este, porém, darei um jeito de me lembrar e enviar os “parabéns”. Obrigado pelos informativos. Assim que tiver a cópia da foto do time Leão de São Marcos do ano de 67, eu lhe enviarei. Um abraço.
· JOSÉ LAÉRCIO GHIDINI 1961-62 – Obrigado José Lui e todos os responsáveis pelo expediente do ECHUS DO IBATÉ, pelo envio do informativo nº 67. Infelizmente não pude comparecer “à subida do Saboó”. A saudade bateu muito forte quando vi o desafio no Echus. Me lembro bem, apesar de mais 40 anos já passados, da nossa alegria e bagunça, andando, ou quase correndo, pelas estradinhas vicinais poeirentas de São Roque; do caminhão do “Seu Luiz” carregando o nosso “almoço”, que comíamos com a maior fome do mundo. Íamos cantando, chutando pedra, cortando galhos que atrapalhavam nosso avanço e, finalmente, o pico do Saboó. Que aventura, parecia que tínhamos escalado o Everest, de tanto contentamento. Fiz o Caminho de Santiago, na Espanha, e várias vezes, me veio à mente a caminhada do Saboó. Quanta saudade! Li todos os artigos dos ex-colegas, achei muito bacana, principalmente, o do Juan Jurado, que foi meu contemporâneo. Parabéns a todos. Gostaria, se possível, fosse alterado o meu e-mail na página da Internet, se possível, também, atualizassem os dos colegas, pois não consegui contato com nenhum deles. Peço, também, que me mandem o e-mail do José Antonio Neto(59/64). Um grande abraço a todos. Meu e-mail: j.ghidini1@virgilio.it. ECHUS RESPONDE: o e-mail do Neto é: jneto@benedictine.edu
· URLA ABRAHÃO DAHER 1949-52 – Amigos ibateanos. Fico gratificado a cada número do Echus do Ibaté que recebo, pois, faz-me lembrar dos melhores anos de minha vida. Desculpem-me por participar de tão pouco, pois, meus compromissos não me deixam tempo. Tenho fotos e cartões da época em que passei em São Roque. Caro Lui, sobre o caso edificante do nº 65 do Echus, achei de bom gosto, pois, a vida é séria e curta. Precisamos de um pouco de humor para amenizar os problemas do dia-a-dia. Obrigado.
· JOÃO STECK 1958 - Caro José Lui: no início de abril p.p.recebi uma correspondência solicitando uma contribuição para redução da taxa de participação dos ex-alunos no VI Encontro de São Roque. Resolvi fazer a contribuição de uma só vez. Assim, envio anexada cópia do depósito que fiz no Bradesco em 15.05.2003. Só lamento lhe informar que não poderei participar desse Encontro, pois no dia de sua ocorrência não estarei no Brasil, mas sim com nossa filha que reside no exterior. É um compromisso que assumimos com ela desde janeiro passado e para o qual estamos nos preparando desde o ano anterior. Ficaremos lá de 15 de agosto até 30 de setembro. Também fiquei chateado por não poder participar da escalada ao Saboó, ontem, dia 17. Veja só o que aconteceu...Apareceu uma oportunidade dessas que não se pode perder de eu ir a Louveira no dia 8 de maio, véspera do dia das mães. É claro que eu não perdi essa oportunidade. Pena que eu deveria estar de volta a Brasília no dia 14, quarta feira. Assim não pude esticar os dias até sábado, dia 17, como eu realmente gostaria. Só espero que na próxima escalada eu possa ir. Mesmo porque eu ando fazendo um trabalho que é fotografar, documentar, coletar algumas sementes de plantas do cerrado. Atividade gostosa e interessante que não me dá dinheiro, mas também, não me dá despesas...enfim, só satisfação. Aproveito para enviar junto desta o recadastramento. E segue um forte abraço para todos os nossos colegas, junto com votos que a festa do Encontro continue brilhando como sempre aconteceu nas 5 vezes anteriores.
· ROBERTO PAULETTI 1949-51 – Prezado companheiro José Lui, com a finalidade de atualizar meu endereço, aproveito a oportunidade de abraçá-los; a você e extensivamente aos demais “trabalhadores” na elaboração e distribuição do Echus do Ibaté. Assim permanecerei entre os “privilegiados” recebedores das recordações do passado e notícias novas sobre os ibateanos. Não deixaria de aproveitar a oportunidade de anexar contribuição para “reforçar”, (desculpe-me a pretensão), o caixa.
· WALMIR GOMES DA SILVA 1949-52 - Amigos, criei vergonha e resolvi avisar a todos que contínuo vivo: Walmir (Miro), turma 49-53, faz um bocado de tempo. Depois de peregrinar pelo Projeto Jarí (1980/1990), Faculdades Integradas Tapajós (Direto de 1991 a 2003), encontro-me em Manaus como Diretor do Centro de Estudos Superiores do Amazonas e a minha casa está aberta a todos. Meu telefone é (092) 9112.1984. Vou fazer tudo para estar com a turma em agosto. Na pessoa do Lui, saúdo todos os heróicos membros que não deixam a peteca cair! Abraços ibateanos
· JULIÁN SÁNCHEZ HERMIDA, PE. (professor) – Olá amigos ibateanos: primeiro quero agradecer o interesse e amizade de vocês, enviando-me regularmente o ECHUS DO IBATÉ. Leio-o sempre com atenção, embora também com pressa, pois como pároco, professor, e tantas atividades na paróquia, setor e diocese, nunca me sobra tempo. Por isso nunca lhes respondi. Hoje, no entanto, vejo-me obrigado a escreve-lhes, porque fui eleito Secretário Geral do Instituto Espanhol de Missões Estrangeiras, ao qual pertenço, e isso significa que vou ter que deixar o Brasil para ir residir em Madrid nos próximos cinco anos. Por isso, também, vocês devem cancelar o meu atual endereço. Lembranças ao Márcio e demais conhecidos. Um abraço a todos.
· JOSÉ FERNANDES DA SILVA 1963 - Colegas ibateanos, quero parabenizá-los e agradecer pela organização do nosso próximo encontro dia 23 de agosto e, gostaria de sugerir que a Santa Missa seja na capela, mesmo sendo pequena para os participantes, mas é um dos locais que, acredito, a maioria de nós se refugiou há muitos anos atrás, a fim de pedir uma “luz”, para tomar uma decisão tão difícil em nosso caminho. Gostaria, também, de sugerir para estudarem a possibilidade de o coral gravar um CD com as músicas cantadas durante a missa e outras mais, para que pudéssemos comprar e relembrarmos daqueles momentos em nossas casas. Quanto à circulação do informativo, acredito que cada recebedor efetuasse um deposito de R$ 10,00 a cada 2 meses. Um abraço a todos.
O Echus também é cultura inútil
1 – Há algum tempo, nos encontros da nossa turma, tem surgido a seguinte discussão: quem nasceu ou morou no Ibaté, é ibateano ou ibateense? Pesquisas feitas em dicionários apropriados, resultaram infrutíferas, visto que em tais diplomas vernáculos o termo ibaté não consta como localidade. Os moradores da região se dizem ibateenses, porém sem muita convição; alguns letrados (!), por lá passaram afirmam o correto ser ibateano, porém não convencem. A solução demanda cuidadosa pesquisa, dada a importância que a mesma requer, pois a ordem do universo dos ibateenses ou vice versa. Solicitamos aos colegas a colaboração para a cabal esclarecimento da questão.
2- Via de regra, registramos o espanto dos familiares do Echus quando, ao tomarem em suas mãos um exemplar do nosso Informativo, lêem o título do mesmo como sendo; EXUS DO IBATÉ e imediatamente o entendimento de tais leitores é de que se trata de um jornal especializado em algum tipo de entidade que cultua tais espíritos. A língua latina nos proporciona essas coisas ...
- - - - - - EXPEDIENTE - - - - - -
· Equipe responsável: José Lui, José Justo da Silva, Licheri, Márcio P. da Silva (Paçoca), Martucci, Luiz Monteiro, Wilson Mosca, Paulo Toschi, Eduardo Santiago e Antônio Simões
· Telefone para contato (11) 3864.8852
· Artigos e colaborações: Echus do Ibaté. Cx. Postal 71509 – 05020-970 S.Paulo-SP
· Obs. Se possível, enviar material em disquete (texto em Word e fotos em jpg).
· Responsabilidade: Os artigos assinados são de inteira responsabilidade dos autores, não expressando necessariamente a opinião da equipe de coordenação.
· Internet: http://www.geocities.com/Athens/Delphi/8915
· Email: echus@zipmail.com.br
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