ECHUS DO IBATÉ
INFORMATIVO DOS EX-ALUNOS DO SEMINÁRIO DO IBATÉ - São Roque
Ano 13 - no. 77 - JANEIRO/FEVEREIRO de 2005
EDIÇÃO INTERNET
VENI, DOMINE, ET NOLI TARDARE
ANTÔNIO RAIMUNDO DOS ANJOS, Mons. (1957-58)
As melodias antifonais do Advento vão nos tocando aos poucos, conduzindo-nos para longe, como ocorreu ao monge descrito pelo Pe. Manuel Bernardes, em “A nova floresta”.
Enquanto salmodiava as Matinas, o piedoso monge ficou embevecido com o trinar de um pássaro canoro no lusco-fusco daquela madrugada. Lentamente foi se afastando do coro de sua comunidade e adentrando aos poucos na floresta. Ao voltar, duzentos (?) anos depois, o mosteiro era o mesmo, mas não reconheceu ninguém...
Pois as melodias natalinas me levaram de volta ao Seminário de São Roque.
Mudei eu, certamente, mudou o Seminário, todos mudaram e muitos desapareceram ao ouvir as angelicais melodias da eternidade, em alguma madrugada de luz.
Não, o seminário não é um colégio, não é uma escola, não é uma corporação qualquer.
Pode até ser tudo isso, mas é, acima de tudo, uma das vivências mais sui generis e intensas da fraternidade. Nele, mestres são pais e parentes, colegas são irmãos e amigos especialíssimos, não obstante a competição do mundo estudantil e as idiossincrasias da juventude.
Passado o tempo, damo-nos conta de que a “férrea disciplina” acabava sendo um “jugo suave”, tamanha era a irradiação da luz de Cristo que se difundia em nossas vidas, ali exercitadas para servir ao divino e ao humano, a qualquer custo, do prazer e também da vida.
Parece-nos hoje, tudo tão suave, as penitências, as mortificações (palavra típica do jargão seminarístico), as punições, as admoestações.
Ninguém entenderá a sociologia do seminário (ao menos nos moldes dos antigos), se não compreender seu referencial básico: perfeição como ideal e exigência evangélica do “Sede perfeitos...”
À luz de tudo isto e do tempo já passado, não temos mais mágoas de termos visto a queda de nossas vaidades, competições e ambições mundanas, sem termos perdido nossa auto-estima.
Nem mesmo recriminamos a rudeza de algum mestre que, às vezes, exigia de nós quase o infinito.
É que tudo tinha realmente sentido: destinados estávamos para servir ao Rei dos reis, amando-o com todas as nossas potencialidades.
Iríamos para a mais dura das lutas: salvar almas, resgatar seres humanos degradados em todos os sentidos.
Ao entrar neste Advento, ao escutar as melodias do Natal, eu entro também de volta, no Seminário de São Roque do Ibaté, e percorro lentamente todos os espaços para mim sagrados, em saudade e em preces.
Onde estão vocês todos que não estão mais aqui?
Onde quer que estejam, “Feliz Natal”.
O R K U T
PAULO FRANCISCO TOSCHI (1949-53)
Eu costumo escrever artigos com palavras esquisitas como título. Mas, desta vez, não se trata disto. O ORKUT é a coqueluche do momento. Não passa de um site da Internet restrito às pessoas convidadas por outros já inscritos, onde é possível criar COMUNIDADES, cujos membros trocam mensagens e podem discutir o que seja de seu interesse, utilizando-se do FORUM, onde os interessados vão criando TÓPICOS para os diversos assuntos que desejem ver debatidos.
O nosso colega Antônio José de Almeida entrou no ORKUT e criou uma COMUNIDADE denominada EX-ALUNOS DO SEMINÁRIO DO IBATÉ. Já enviou convites a vários colegas, e muitos já aderiram. O Wilson Mosca, o Paulo Toschi, o Simões e o Careca estão lá. Filhos e filhas de nossos colegas também resolveram participar.
Cada participante pode ter, também, a sua própria página, onde aparece a sua fotografia, o seu PERFIL, o FORUM que organizou, quem são os seus AMIGOS, e quais as COMUNIDADES a que pertence.
É muito simples e muito interessante.
Depois que eu aceitei o convite do Almeida, já entrei para várias COMUNIDADES de pessoas minhas amigas e de assuntos do meu interesse. Descobri parentes com quem eu não falava há anos. Encontrei amigos que jamais imaginei pudessem estar no ORKUT.
É muito fácil inscrever-se. Se você tem um endereço de e-mail, de qualquer provedor, forneça para nós e será convidado por nós. A seguir, basta acessar a página da Internet do ORKUT, clicando no link que vai constar do convite que você vai receber de nós por e-mail. Obtido o acesso, você vai preencher um PERFIL, com os seus dados e referências, e, assim, terá criado a sua própria página.
A partir de sua página, você acessa as páginas de quaisquer outras pessoas que estejam no ORKUT.
Você irá acessar a página EX-ALUNOS DO SEMINÁRIO DO IBATÉ e inscrever-se como um AMIGO.
Pronto!
A partir daí, você pode entrar no FORUM, discutir qualquer tópico já existente ou criar novos tópicos para nós todos discutirmos.
Não importa onde você more, no Brasil ou no exterior, a partir do momento de sua adesão, poderá manter contato permanente com todos os membros da COMUNIDADE denominada EX-ALUNOS DO SEMINÁRIO DO IBATÉ.
O Almeida é o MODERADOR, isto é, o responsável pela página EX-ALUNOS DO SEMINÁRIO DO IBATÉ, o que lhe dá o direito de inserir fotos para todos verem, admitir novos AMIGOS, não permitir que a página fuja do propósito para o qual foi criada, sem que isto represente qualquer custo para ele ou para quem quiser participar.
Se você já fizer parte do ORKUT, não precisa esperar o nosso convite. Procure a COMUNIDADE denominada EX-ALUNOS DO SEMINÁRIO DO IBATÉ, peça declare-se um AMIGO, e será aceito com muito prazer.
O ORKUT pertence aos criadores do GOOGLE, o mecanismo de buscas, na Internet, mais popular atualmente.
Você precisa apenas tomar cuidado para não revelar dados pessoais que não deseja que sejam acessados por qualquer estranho que faça parte do ORKUT.
Ao preencher o PERFIL, você vai indicar com precisão quais os dados que deseja manter ocultos, quais você pretende que sejam vistos somente por quem for AMIGO e quais podem ser de conhecimento de qualquer pessoa que faça parte do ORKUT.
Além da nossa COMUNIDADE, você poderá participar de outras COMUNIDADES de ex-seminaristas. O Altair, cujo apelido é Tachinha, e que foi seminarista franciscano em Minas Gerais, conhecido de muitos dos nossos colegas, pois já esteve em nossos encontros em São Roque, entrou para a nossa COMUNIDADE e vários colegas de São Roque entraram para a COMUNIDADE dele. Eu gostei de algumas COMUNIDADES a que ele pertence, e entrei também. Com isto, vão se formando REDES e as amizades vão aumentando.
Há muito tempo, vários de nós vimos manifestando interesse em manter contato com outros grupos de ex-seminaristas. Com o ORKUT, isto é a coisa mais simples de ser feita. São milhões de pessoas, no mundo todo, se entrelaçando.
Você irá perguntar: mas porque criaram o ORKUT, se não cobram nada? Qual o interesse dos fundadores desse Site? A resposta é a seguinte: eles não fizeram isto para vender o seu cadastro. Fizeram isto para vender o seu perfil. Não o seu nome e dados pessoais. O seu perfil de consumidor. É marketing. Dá para saber, por exemplo, que tipo de livros, bebidas, ou qualquer outro item é do interesse das pessoas que moram em determinada cidade ou em determinado bairro. Quais as crenças, as idéias políticas, as profissões, a escolaridade, etc.
Portanto, tomados os devidos cuidados, o ORKUT é uma ferramenta utilíssima para todos que queiram dele participar. E, para unir a nossa Turma do Ibaté e permitir o diálogo entre nós, é ótimo.
Até ontem, alguém escrevia um artigo para o Echus do Ibaté e o debate ficava quase impossível. No ORKUT, isto é facílimo de ser levado avante. Pode haver um TÓPICO para quem se interessa pelos ARPEJOS DA AURORA, outro para quem gosta dos CASOS EDIFICANTES, outro para quiser discutir Teologia, Futebol, etc., etc. Até receitas para a Alcachofrada podem ser passadas pelo ORKUT.
E tem mais: sempre que um membro manda uma mensagem para outro pelo ORKUT, o destinatário recebe também, pelo seu provedor costumeiro, um e-mail, dizendo que a mensagem foi enviada. Assim, se você quiser saber um dado particular de um colega, que não deva ser de conhecimento dos demais, basta mandar um recadinho pelo ORKUT, acessando a página que o seu colega tem: -“fulano, me mande por e-mail a seguinte informação....”
Como se vê, trata-se de um meio de comunicação bastante atualizado, que pode servir para os nossos amigos da Europa e dos Estados Unidos, assim como de qualquer rincão do Brasil, estarem permanentemente em contato conosco, sem maiores custos. Basta que você tenha um computador e goste de passear pela Internet.
Desculpe a aula, mas, se ela não foi clara, pergunte para o seu filho(a) ou para o seu neto(a) ou sobrinho(a), que ele vai saber explicar bem melhor que eu.
Agora, você não tem mais desculpa para não participar intensamente da Turma do Ibaté.
Fica aqui registrado o nosso agradecimento ao Almeida, pela excelente iniciativa. Se você não tem familiaridade com o computador e com a Internet, ou se você, por outras razões, não tem condições de operar, peça para o seu filho ou para a sua filha que entre na nossa COMUNIDADE. Não é, Soraya, não é, Ariádine, não é Rafael, não é Ximena?
Só para terminar: através de apenas 25 amigos, eu estou, hoje, ligado a 3,5 milhões de pessoas no ORKUT.
Convenci? Mande um e-mail para: paulo.toschi@uol.com.br (ou) antonio_jose@ig.com.br
MEU PRESÉPIO DE ALEGRIA
JOSÉ ELVERTH FERREIRA (53/54)
Como criança que renasce, nesta noite santa, eu componho, na alma e na saudade, o meu presépio de alegria, a minha lapinha de mistérios.
Da biquinha, trouxe os tinhorões delicados, do Bacalhau, a areinha fina e os seixos redondos e multicores. As mudinhas de arroz já estão altas quatro dedos e se riem de tanto verde e de tanta graça. O sedoso musgo é um tapete, onde o Menino podia se deitar e rolar, sorrindo.
Mas o Menino dorme o seu primeiro sono de gente, esquecido de ser Deus, sonhando talvez com estrelas e arco-íris, talvez com anjos-meninos ou com carneirinhos brancos, talvez com a mãe, pele de rosa, perfume de alecrim, talvez com o bom José, agora, seu terreno guardião, bondoso guia, sustento e proteção.
Enquanto o Menino dorme e sonha, retomo o meu doce ofício de compor o meu presépio.
Ao fundo, as montanhas bem pintadas e se derramando pelas encostas, faísca o casario branco. Ajeito as figurinhas santas, o fofo musgo, a esmeralda do arrozal, a areinha da beira do rio, os tinhorões virentes, os bichinhos amoráveis, cada qual com seu nome e com sua graça.
O pastorzinho mais velho, apoiado no seu cajado bem me parece o amigo NATAL, parceiro de todas as horas, estóico guerreiro. Fique aqui, companheiro, juntinho do Menino para receber alento e fortaleza.
O pastorzinho mais novo deve ser o amigo LUIS PEDRO, o joelho dobrado em reverência. Vai ver, deve estar assobiando alguma cançãozinha de ninar, acalentando o Menino e a fresca madrugada.
O grandão, forte e solene como um goleiro, na hora do penalty, só podia ser o ATTILIO, companheiro em todos os jogos, apavorado com as minhas homéricas furadas e as caneladas cangaceiras.
Abraçando o seu alforje de primeiros socorros, está o solícito SIMÕES, cuidando de tudo para que não haja dores e sobressaltos.
O pastorzinho, carregando o seu carneiro, pode ser o CLÁUDIO GIORDANO, tão plácido, sossegado que parece dormir também.
E há o ARY, todo très JOLY, com seu mantinho verde, chapéu na mão e olhar extasiado.
E o esperto LUI, perto da vaquinha, tão bonitos os dois, parece um bezerrinho branco, desses, bom de se afagar e de se por em presépio perfumado.
E HAJA PASTORES, anjos e bichinhos com tantos amigos, amealhados, pelos tempos afora. Todos santificados pelas intempéries da idade, pelo longo pastoreio, as mãos calejadas de tanto bem fazer, os corações enormes de tanto bem amar e de tanto bem sorrir.
Eu ajeito os meus queridos, cada um com seu nome, cada um com sua graça, cada um, uma figurinha encantada, no presépio imenso de meu afeto.
INAUGURAÇÃO DA CAPELA NA CHÁCARA DO SILVINO MELO
WILSON CÂNDIDO CRUZ (59/64)
Que noite memorável foi aquela em que participamos da solene inauguração da belíssima Capela em homenagem a N.Sra.de Fátima, construída com todo esmero, no ponto mais elevado, dando um destaque muito especial a Chácara do nosso prezadíssimo amigo Silvino Melo (59/61) , em Mogi das Cruzes.
Tive a honra de representar os demais amigo Ibateanos naquele evento muito especial em louvor a Virgem Santíssima, quando rezamos um fervoroso Terço, cujos mistérios foram intercalados por lindos cantos, puxados e comentados pelo Padre de uma das paróquias da cidade, solicitado pela família. Tudo foi acompanhado por um grupo de jovens cantores e pelos amigos da família que lotaram a capela.
Foi um importante momento de grande emoção e reflexão, naquele ambiente muito bem preparado e ornamentado, que nos envolveu sobremaneira, até preparando-nos para o Santo Natal que se aproximava. Que grande alimento para nossa alma.
Após a fervorosa celebração, fomos convidados a participar de uma mesa repleta de deliciosos salgados e doces, acompanhados de churrasco e muita cerveja para alimentarmos também o corpo.
Para um próximo encontro em louvor a N.Sra.de Fátima, certamente o nosso grande amigo Silvino gostaria de contar com mais representantes do Ibaté.
ANTÔNIO MILAN, O GÊNIO DA TURMA
LETTERIO SANTORO (55/59)
Também fui, no segundo lustro dos anos 50, companheiro de turma do jovem ANTÔNIO MILAN, no Seminário Menor do Imaculado Coração de Maria, durante a minha adolescência em São Roque. Era um menino franzino, excessivamente tímido, habilidoso no futebol, e de uma inteligência fulgurante que o distinguia sempre entre os primeiros da classe. Que digo? Antônio Milan era o melhor aluno de quantos passaram conosco nas séries do ginásio e do colegial de 1955 a 1959 no bairro do Ibaté. Não exagero se o proclamasse o aluno por antonomásia de todos os professores em todas as disciplinas que cursamos juntos.
A melhor prova disso verificava-se a cada final de me, no Salão Nobre do colégio, quando se proclamava, reunido ali com magna solenidade o corpo docente e discente, o resultado oficial dos estudos e do comportamento dos alunos. Aquela cerimônia mensal era uma espécie de juízo final, onde se premiava com palmas e com medalhas o esforço e os bons resultados dos mais bem sucedidos, entre os quais figurava sempre Antônio Milan, o gênio da turma. Milan tornou-se o mito de minha adolescência, pois parecia não haver disciplina em que aquele rapazinho tivesse dificuldade. E seu comportamento era sempre exemplar.
Estou falando na velhice de um companheiro com quem praticamente nunca conversei nos idos de nossa comum adolescência. Se ele era tímido, era eu ainda mais tímido. Mesmo não sendo da turma dos grandes (São José), víamo-nos pelo recreio, freqüentávamos a mesma capela, pertencíamos à mesma classe, mas não havia jeito de conversar com ele. Tomava-me uma inibição inexplicável, que não sei se provinha mais da mútua timidez, ou do reconhecimento de minha incapacidade diante de sua genialidade. Tornou-se assim para mim uma figura platônica, um mito distante, um semideus ideal. As poucas vezes que troquei com ele algumas palavras fizeram-me entrar em êxtase.
Mas o ponto mais alto do reconhecimento de sua espantosa capacidade deu-se numa Sessão, desconheço se solene ou ordinária, do Grêmio Literário Pio XII, onde Antônio Milan, orgulho de nossa classe, teve a ousadia de declamar, diante do basbaque de todos nós, seus ouvintes, do início ao fim, composto em seis partes, o mais longo poema de Castro Alves, denominado Navio Negreiro. E assistíamos, através de suas palavras e de seus gestos, a cenas terríveis de tráfico de escravos e da dança dos desgraçados no ritmo do chicote, descrevendo com metáforas arrojadas toda a tragédia do mar. Há de ter sido, na minha opinião, o apogeu de sua glória.
Antônio Milan, porém, mesmo sendo o gênio de nossa classe, nunca se esnobou diante dos colegas. Sempre modesto, nunca exaltado, não aparecia mais que os outros, a não ser na sala de aula com respostas acertadas e no campo de futebol com jogadas precisas. Sentimos sua saída no final da quinta série, conforme consta de um registro feito nos Ecos de meu Diário. Descobriu que, apesar do sucesso nos estudos, o sacerdócio não era sua vocação. E desapareceu como viveu: em silêncio.
Depois, por muitos e muitos anos, nunca mais ouvi falar do gênio de nossa turma. Só recentemente através do companheiro Wilson Mosca, fiquei sabendo que Antônio Milan freqüenta o grupo do Ibaté nas primeiras sextas-feiras. O que me dá a esperança de poder revê-lo e abraça-lo como irmão no VII ENCONTRO de agosto próximo! Quarenta e sete anos depois.
JANTAR 1ª SEXTA-FEIRA
Voltamos a convidar todos os nossos colegas a participarem do jantar que realizamos toda 1ª sexta-feira do mês, atualmente sendo realizado no Restaurante CHÁCARA SOUZA, Rua Arthur Guimarães, 205, no Bairro de Santana, Zona Norte da cidade de São Paulo.
No dia 07 de janeiro, 1ª sexta-feira do ano, marcaram presença, além das figurinhas de sempre, os temporões
· Márcio Paçoca
· Antônio de Lima
· Luiz Gonzaga Cruz
· Roberto Delgado
Tivemos, também, a grata surpresa de receber pela 1ª vez a visita de colegas de outras plagas:
· Alberto Pimenta de Oliveira (Pipinudo) 53/58, vindo de Presidente Wenceslau-SP e
· Luiz da Cunha Ferreira de Miranda (Portuga) 58/59, vindo de Colombo-PR.
Mais de 40 pessoas, entre alunos e familiares, prestigiaram esta 1ª sexta-feira do ano de 2005.
Somos gratos a todos.
VII ENCONTRO VEM AÍ !!!
Prepare seu coração. Muita coisa vai acontecer. A data do nosso encontro lá no Seminário de São Roque, no Ibaté, o sétimo desde 1993, já está marcada. Será no dia
27 de Agosto de 2005 (sábado)
Pe. WÍLSON DE OLIVEIRA SALLES (SABÉ)
CONVIDA
CELEBRAÇÃO DE SEU JUBILEU SACERDOTAL
04 de junho de 2005 (sábado)
10:00 horas
BASÍLICA DA PENHA
Rua Santo Afonso – Bairro da Penha – São Paulo-SP
COLEGAS LOCALIZADOS
O Antônio da Aparecida Simões Cucio (67/68) informa que localizou o colega:
· GILMAR DE FREITAS CAMPOS (1972/73), in memoriam - falecido em 1988.
NA CASA DO PAI
É com pesar que comunicamos o falecimento dos nossos colegas
· MÁRIO POLESI (1949/54) – em 30 de dezembro de 2004 e
· JUSTINO ÉLIO ZANCAN (1951/54) – em 14 de fevereiro de 2005.
Aos familiares, nossos sinceros pêsames e que Deus os tenha.
FANFARRA, CORINTHIANS E ... ALGODÃO
JOSÉ ROBERTO PEREIRA RIOS (1965)
Em 1965, os alunos que tocavam (ou enganavam) na banda, entusiasmados com a aproximação do dia da Pátria (7 de setembro), resolveram montar uma fanfarra para exibição na referida data. Os instrumentos necessários, tais como bombo (ou zabumba), surdos, caixas, repiques, pratos e até os de sopro (cornetas sem pisto) estavam à disposição. Restava-nos a autorização do Padre Ministro, o Pe. Ricardo e do Reitor, Mons. Constantino.
Reunidos alguns colegas, chegamos ao Pe. Ricardo, que imediatamente deu sinal verde, sem delongas. A seguir, fomos ao Mons. Constantino, que solicitou detalhes de como montaríamos a fanfarra, quem tocaria, como seria a harmonia, etc. Após devidos esclarecimentos sobre o funcionamento da mesma, inclusive sendo informado de que boa parte dos que tocariam já haviam, em suas cidades, participado de desfiles e competições, autorizou-nos a iniciar os treinamentos, nos períodos de descanso, substituindo algumas atividades, como por exemplo, trocando um joguinho de futebol ou natação pelo ensaio da fanfarra.
Treinamos pouco, talvez trinta e poucos dias, mas, como a maioria tinha ouvido bom, não foi difícil de conseguirmos o entrosamento necessário para o desfile de 7 de setembro.
No dia da apresentação, platéia postada no pátio, fomos nós desfilar com mais de dez toques e meia dúzia de evoluções. E se não fomos 100% (que pretensão, heim !?), também não decepcionamos, visto que, ao final, recebemos os aplausos dos colegas e padres presentes (talvez até por caridade).
No dia seguinte, recebo comunicado ara ir até a Reitoria falar com Mons. Constantino. Tímido, com medo, dirigi-me a ele. Para minha surpresa, já na entrada, disse:
- Meu filho, estou muito orgulhoso do trabalho que você fez juntamente com seus colegas. Como não posso presentear todos e também como foi você que teve a iniciativa de montar a fanfarra, quero lhe oferecer um prêmio: sei que você é corintiano, como eu, e na próxima quarta-feira o Corinthians virá jogar pelo Campeonato Paulista, em Sorocaba. Aceitaria me acompanhar ?
Claro que aceitei na hora! Chegamos ao Estádio Humberto Reale, em Sorocaba e, na entrada, o Monsenhor tirou dos seus bolsos vários maços de algodão, entregando dois para mim, dizendo:
- Meu filho, aqui pronunciam-se muitos palavrões. Então, você coloca um maço de algodão em cada ouvido e fica firme olhando no jogo, que é o que nos interessa!
Iniciado o jogo, lá estavam pelo Corinthians: Marcial, Jair Marinho, Clóvis, Galhardo e Édson; Dino Sani e Rivelino; Marcos, Flávio, Nair e Gílson Porto.
Mais presente: vitória do timão, 2 X 1.
CASO EDIFICANTE
JOSÉ LUI (1949-56)
Numa madrugada qualquer, um ladrão entra pelo quintal de uma casa e começa, em silêncio, a arrombar a porta dos fundos.
Logo no início, escuta uma voz sussurrando:
- Jesus tá te olhando!
O ladrão se assusta, olha para os lados, na penumbra, mas não vê nada ...
Segue, tentando arrombar a porta e escuta novamente a voz:
- Jesus tá te olhando!
Meio incrédulo, mas com a certeza de ter escutado a frase, olha novamente ao seu redor, e nada ...
Quando reinicia a sua tarefa, ouve novamente a voz:
- Jesus tá te olhando!
Dessa vez, ele percebe de onde vem a voz e acende a lanterna, iluminando um canto da área de serviço ... Nisso, ele vê um papagaio na gaiola e, já aliviado, pergunta:
- Ah ... é você o Jesus?
- Não! Eu sou o Judas.
- Judas ?!? E quem é o louco que bota o nome de Judas em um papagaio?
- O mesmo que botou o nome de Jesus no Pitbull !!!
RELEMBRANDO OS BONS TEMPOS
OTÁVIO MÁRIO GUZZON (1960/63)
Nos finais das tardes de domingo, quando nos reunimos no bar do Nélson, em São Roque, eu, Márcio Paçoca e os irmãos Rios, ficamos a relembrar os tempos passados no Seminário, e comentamos os fatos ocorridos quando por lá estivemos.
Como poderia deixar de mencionar a primeira pescaria que fizemos na represa de Itupararanga (antiga Light), os preparativos que antecediam a pescaria, como preparar as varas, providenciar as iscas e o nosso temor de que o dia amanhecesse chovendo e frustrasse o nosso passeio ?!? Mas Ele ouvia nossas preces, e o dia amanhecia ensolarado e lá íamos nós todos, acomodados nas carrocerias dos caminhões rumo à represa. Ao chegar, todos corriam para as margens; cada um procurando o melhor lugar. E nem percebíamos o tempo passar; nossa atenção só era quebrada pela buzina do caminhão do seu Luiz, anunciando a hora do almoço.
No final do dia, retornávamos ao Seminário todos exaustos mas felizes, cada um contando suas proezas.
Embora tenham se passado tantos anos, essas lembranças estão vivas em minha memória.
É muito bom relembrar esses bons tempos!
CORRESPONDÊNCIA E E-MAILS RECEBIDOS
CLÁUDIO MENEGALDO (1961/63) - Olá amigos! Venho a algum tempo recebendo correspondência do ECHUS, porem a falta de tempo tem me deixado um tanto ausente com os amigos. Fiquei muito contente com a lembrança do meu nome e pelo trabalho de pesquisa para localizar os companheiros. Desejo a todos um Natal cheio de paz, harmonia e saúde.
ANTÔNIO CARLOS CORREA – Careca (1964/67) – Dentre tantos que somos, tive o privilégio de ser escolhido pelo nosso amigo lá de Presidente Wenceslau (SP), Alberto Pimenta de Oliveira, o Pipinudo, para participar, em São Paulo, em 08 de janeiro, das comemorações do centésimo ano de vida de seu queridíssimo irmão, o Sr. Amâncio Pinto Neto. Primeira vez que assisto à comemoração de um centenário. Nesta mensagem, quero compartilhar com todos os amigos do Echus a emoção daqueles momentos diante de um bolo com três dígitos! Velinhas assopradas por uma pessoa formidável, alegre e muito lúcida, ladeado por sua copiosa e unida família. Seu irradiante semblante a todos transmitia a serenidade, a paz e a sabedoria que tanto almejamos em nossa vida. Que Deus lhe dê muita saúde e muitos anos aqui entre nós; o exemplo e a energia de sua companhia dão sentido à luta em busca de nossa humanização.
LUIS DA CUNHA FERREIRA DE MIRANDA (1958) – Caro colega Simões e equipe do ECHUS DO IBATÉ: olá, amigos! Escrevo-lhes para pedir que me perdoem, uma vez que me sinto em débito para com vocês, meus colegas e amigos, pois é bem assim que os vejo a todos. Tenho me ausentado, ultimamente, não agradecendo sempre, como seria desejável e justo, pelo envio regular desse maravilhoso informativo ECHUS DO IBATÉ, que vem servindo para matar as saudades que temos, creio para a maioria, daqueles velhos e bons tempos, de nossa juventude, em que “éramos felizes e não sabíamos”, como se costume dizer. É sempre com grande expectativa que aguardo o ECHUS e, ao recebe-lo, leio e releio tudo, com enorme satisfação e uma certa nostalgia! Seria tão bom se pudéssemos ver nele mais fotos do Seminário e dos colegas, com os nomes a identificá-los, fotos daqueles idos tempos e outras atuais. Como sei que isso iria acarretar mais trabalho, para além do que já tem e que não deve ser pouco e onerar os custos dessa publicação, devemos contentar-nos, sobretudo eu, que estou a dar esta sugestão e ser, isso sim, mais grato pelo que já vem sendo feito, que é, aliás, de muito louvor para toda essa dedicada equipe. Como sou solitário e gosto de escrever e fazer novas amizades ou renovar as antigas, deixo aqui meu nome e endereço para quem se interessar, especialmente apelo para a turminha de 58, ou seja, a minha turma. LUIS MIRANDA, Av.Londres, 146 Rio Verde, CEP 83405-110 COLOMBO-PR. Aproveito-me deste momento, para enviar a toda essa entusiasmada e eficiente equipe, a seus familiares, bem como a todos os colegas do Ibaté, um FELIZ E SANTO NATAL, acompanhado das bênçãos de Deus e um ano de 2005, cheio de venturas, além de saúde e muita paz para todos. É isso e muito mais, o que lhes deseja de todo o coração este velho e sempre saudoso amigo “portuga”.
JOSÉ DOS SANTOS (61/62)
Para me concentrar em minha ligação com o Pai, como nos recomenda o mestre Jesus, e valorizar bem o tempo em que me entrego nessa oração - a mais importante entre os cristãos - comecei a rezar o “Pai Nosso” meditando em suas partes, de acordo com minha fé, meu entendimento, minha vivência, meus anseios, meus erros, meus pecados e minhas limitações.
Fui fazendo minha oração espontânea dentro da oração principal e confesso que tenho me sentido muito bem com essa forma de rezar.
Por isso, num belo dia, me sentei frente ao computador, fui rezando e gravando essa forma de rezar, para poder compartilhar com minha família e amigos, tal como faço agora com vocês.
Então, apresento a vocês a oração que Jesus nos ensinou, do jeito que eu aprendi a rezar:
· Pai nosso, criador do céu, da terra, e de tudo o que existe!
· Pai poderoso, Pai de bondade, Pai de misericórdia,
· Pai de amor, Pai da vida, Pai de toda a energia,
· Pai de toda a riqueza, Pai de toda a natureza, Pai de todo o universo,
· Pai de toda a matéria, Pai de todos os espíritos,
· Pai de toda a sabedoria, Pai de toda ciência, Pai de todo o poder,
· Pai de todos os seres que habitam na Terra,
· Pai de todos os seres que habitam em todos os recantos do universo!
· Que estais no céu, que estais na terra, que estais em todo o universo,
· Que estais nos macros elementos do universo,
· Que estais nos micros elementos da natureza,
· Que estais em cada ser, que estais dentro de cada um de nós,
· Que estais em nossos corações, que estais em nossa consciência,
· Que estais em nossas vidas,
· Que estais em nossas casas!
Santificado seja o vosso nome,
· Santificado seja o vosso nome em tudo o que criastes!
· Santificado seja o vosso nome, no céu, na terra, e em toda a natureza!
· Santificado seja o vosso nome em todos os lugares do universo!
· Santificado seja o vosso nome em todos os nossos pensamentos, desejos, planos e ações!
· Santificado seja o vosso nome, na preservação da vida de todos os seres e de todos os elementos dos quais se compõem a terra e o universo!
· Santificado seja o vosso nome, no crescimento, na prosperidade e no desenvolvimento, material, mental e espiritual de todas as criaturas!
· Santificado seja o vosso nome em nossos momentos bons e em nossos momentos difíceis!
Venha a nós o vosso reino,
· Venha a nós o vosso reino, com a vossa força, com o vosso poder, com a vossa proteção.
· Venha a nós o vosso reino, com a vossa lei, com a vossa justiça.
· Venha a nós o vosso reino, com a vossa bondade, com a vossa paz.
· Venha a nós o vosso reino, com a vossa misericórdia, com o vosso amor.
· Venha a nós o vosso reino, com a vossa sabedoria, com a vossa ciência.
· Venha a nós o vosso reino, com os dons de vosso Santo Espírito.
· Venha a nós o vosso reino, com vossa abundância e prosperidade, para todos os povos da terra e do universo, ricos e pobres, cultos e incultos, bons e maus, amigos e inimigos.
Seja feita a vossa vontade,
· Seja feita a vossa vontade conforme o vosso plano criador.
· Seja feita a vossa vontade conforme a vossa lei, justiça e bondade.
· Seja feita a vossa vontade em tudo o que fizermos para nós mesmos.
· Seja feita a vossa vontade em tudo o que fizermos para os seres humanos e demais seres.
· Seja feita a vossa vontade em tudo o que fizermos para a natureza da terra e para a natureza de todo o universo.
Assim na terra como no céu,
· Assim em nosso planeta como em todo o universo,
· Assim em nosso nível material como no nível espiritual,
· Assim em nossos pensamentos como em nossos atos,
· Assim em nosso corpo como em nosso espírito,
· Assim em nossa mente racional como em nossa mente emocional,
· Assim em nosso benefício como em benefício de nossos semelhantes.
· Assim em benefício de nossos amigos como em benefício de nossos inimigos.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje,
· O alimento para nosso corpo, para nossa mente e para nosso espírito.
· O alimento para nosso corpo, com vossa energia, saúde e revigoramento, fortalecendo nossa vida e nos preparando fisicamente para nossa missão.
· O alimento para nossa mente, com vossa sabedoria e equilíbrio, para fortalecer e desenvolver nossa mente racional e emocional, nos preparando para superar os desafios do dia a dia e perpetuar nossas idéias, para uma vida e um mundo sempre melhor.
· O alimento para nosso espírito, com vossos dons e valores, para nosso desenvolvimento e fortalecimento espiritual, com o que poderemos viver melhor, desde já e por toda a eternidade, em comunhão com todos os seres vivos e com os santos, anjos e nossos entes queridos.
Perdoai as nossas ofensas,
· Perdoai nossos erros e ofensas físicas, contra nós mesmos e contra nossos semelhantes.
· Perdoai nossos ataques físicos e palavras ofensivas.
· Perdoai nossa exploração desequilibrada do esforço físico,
· Perdoai nossa falha na distribuição de alimentos, remédios, roupas e moradia, sobretudo para nós mesmos e para os mais pobres.
· Perdoai nossa falha no cuidado com o nosso corpo e no cuidado com o corpo de nossos semelhantes.
· Perdoai nossa falha na preservação do corpo de toda a natureza.
· Perdoai todos os erros e ofensas de nossa mente, cometidos contra nós mesmos e contra nossos semelhantes.
· Perdoai nossos pensamentos negativos que nos deprimem e sufocam nossa saúde, crescimento e prosperidade.
· Perdoai nossa inveja, nossa maldição, nossa ambição por coisas alheias, que nos oprimem e nos fazem mal.
· Perdoai nossas falhas na escolha dos caminhos a trilhar, que tanto recordam nossos fracassos e nos magoam no presente.
· Perdoai nossa orientação errada que prejudicou nosso próximo.
· Perdoai nossa falha na distribuição da cultura e ensino.
· Perdoai os nossos erros e fraquezas do espírito, que tanto contribuem para dificultar e adoecer nossa vida espiritual, mental e física.
· Perdoai nossa falta de fé, em Deus que tanto nos enriquece e fortalece.
· Perdoai a falta de fé em nós mesmos e no nosso potencial criativo.
· Perdoai a falta de fé e credibilidade em nossos semelhantes, dos quais sempre somos dependentes.
· Perdoai a falta de esperança e confiança de que tudo pode ser realizado e nada devemos temer, com a ajuda de Deus e a equilibrada comunhão com os demais seres.
· Perdoai a falta de amor, caridade e bom trato com nossos semelhantes e com todos seres.
· Perdoai a falta de amor e falta de bom trato na preservação de toda a natureza.
Assim como perdoamos a quem nos tem ofendido,
· Assim como perdoamos as ofensas físicas, verbais, mentais e espirituais.
· Assim como perdoamos aos nossos devedores que nos ofenderam com dívidas financeiras, materiais ou emocionais, desejando que se superem e tenham sucesso em suas vidas.
· Assim como também nos perdoamos, de nossos erros e escolhas mal formuladas, que nos propiciaram momentos de dor física ou emocional e marcaram nossa mente com mágoas e traumas permanentes.
· Assim como perdoamos a natureza que, na busca de seu equilíbrio, nos agride com tempestades, terremotos, maremotos, ciclones, geadas, e outras manifestações.
Não nos deixeis cair em tentação,
· De não ter fé, em Deus, em nós mesmos e em nossos semelhantes;
· De não ter esperança, e cair no desespero e desequilíbrio;
· De não ter amor, por nós mesmos, pelo próximo e pela natureza.
· De não perdoar nossos devedores e ofensores.
· De continuar odiando sem perdoar nossos ofensores;
· De continuar nos odiando e nos magoando sem nos perdoar por nossos erros.
· De continuar nos maltratando com recordações e emoções negativas de nosso passado.
· De ficar omisso naquilo que consideramos nossa missão nesta terra.
· De fraquejar em nossos objetivos.
· De continuar destratando a natureza de nosso corpo.
· De continuar destratando e poluindo a natureza da terra.
Mas livrai-nos de todo o mal.
· Livrai-nos de todo o mal espiritual, mental e corporal.
· Livrai-nos de toda inveja, ambição, maledicência.
· Livrai-nos de todo e qualquer ardil perpetrado por algum inimigo.
· Livrai-nos de nossos inimigos, tornando-os amigos e colaboradores.
· Livrai-nos de todos os males do corpo, rejuvenescendo nossa vida.
· Livrai-nos de todos os males de nossa mente, de nossos traumas, de nossas mágoas, de nossas fraquezas, de nossa falta de entendimento e de nossa falta de comunicação.
· Livrai-nos de todos os males de nosso espírito, da deturpação de nossos valores, da falta de fé, da falta de esperança, da falta de caridade e da falta de amor.
Amém.
· Assim seja,
· Assim seja para mim, em toda a minha vida.
· Assim seja para minha família e meus descendentes, onde quer que se encontrem.
· Assim seja para o meu próximo e para todos os meus semelhantes.
· Assim seja para meus amigos e para meus inimigos.
· Assim seja para toda a natureza em todo o universo.
· Assim seja aqui na terra como no céu.
· Assim seja entre os anjos e santos a quem peço que se unam a mim nessa oração de fé e me ajudem a dizer “Amém”.
· Amém!
EXPEDIENTE
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